Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 12/09/2017 06/09/2017 01/09/2017 30/08/2017 30/08/2017
Galeria de Fotos  

Assembleia HFB com DGH

Para um auditório lotado de servidores (a maioria da enfermagem) do HFB revoltados com inúmeros e graves problemas do ponto biométrico, os representantes do DGHpresentes não conseguiram apresentar solução.
Anterior 17 foto(s) Próxima
- Foto: Mayara Alves

DGH não apresenta soluções para o ponto em assembleia lotada no HFB

01/09/2017

Em auditório lotado, Sidney Castro dá o recado ao DGH: ponto não funciona, nem vai funcionar
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Para um auditório lotado de servidores (a maioria da enfermagem) do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) revoltados com inúmeros e graves problemas do ponto biométrico, os representantes do Departamento de Gestão Hospitalar (DGH) presentes não conseguiram apresentar solução. Entre outros muitos problemas, as máquinas não funcionam, ou funcionam mas não registram a presença do servidor, ou registram na matrícula de outro, a rede fica fora do ar, a máquina informa que a presença foi registrada mas a operação não aparece no sistema (Siref), a máquina não fornece comprovante, e das 22 máquinas, 14 estão quebradas. E, mesmo estas, não recebem a devida manutenção.

A situação está gerando uma pressão emocional gigantesca sobre quase todos os servidores, o que foi classificado pelo diretor do Sindsprev/RJ, Sidney Castro, como assédio moral coletivo. Muitos estão ficando doentes, sem saber se vão ser descontados, ou deixar de receber o salário ou a APH. Todos os argumentos usados pelos representantes do DGH que tentavam inutilmente dizer que os problemas “estavam sendo corrigidos” foram derrubados um a um pelos servidores presentes, com exemplos seus ou de colegas de como o sistema era imprestável. Estranhamente, à exceção do diretor e seu assessor, não havia médicos presentes. Uma representante do DGH, Michele Miranda, disse que a troca de plantão, pode ser feita, mas a substituição sem compensação, quando o servidor tiver algum problema que o impossibilite de comparecer ao trabalho, não.

Depois de duas horas de diálogo, Sidney deu o recado aos integranttes do DGH em nome dos servidores: “Já dissemos a vocês e ao ministro da saúde por inúmeras vezes: o ponto biométrico não funciona, nem vai funcionar. Vocês têm que parar de tentar nos provar o contrário e dizer ao ministro que pare de insistir em querer consertar um sistema que não funciona. Já fizemos várias assembleias em que este problema foi discutido, há anos. Vamos fazer várias outras para dizer o mesmo. E esta realidade mostra que o ministério da saúde não está preocupado em fazer funcionar, até porque ele sabe que não vai funcionar”, afirmou, sendo aplaudido pelos presentes.

O dirigente fez um apelo aos representantes do DGH/RJ e ao diretor do HFB Max Freitas, há um mês no cargo, para que, ao invés de tentarem convencer os servidores de que o ponto funciona, dissessem ao ministro que não funciona, nem tem condições de funcionar. “Vocês são pessoas sérias, não podem se expor desta forma, tendo todos os seus argumentos derrubados pela realidade dos fatos. Com esta postura vocês estão ajudando a adoecer toda uma comunidade de profissionais e, desta forma, prejudicando o atendimento à população”, afirmou.

Acrescentou que os servidores estão sendo desrespeitados com esta enrolação. “Digam ao ministro: respeitem os servidores. Queremos uma resposta do ministro positiva em relação a este assunto. E vamos lutar para que ela venha. Fora Sisref, fora ponto eletrônico!”, defendeu.


 





Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec