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Assembleia Hospital de Ipanema

Servidores participarão do protesto, às 10h, contra o sucateamento para posterior privatização da saúde federal, projeto de Temer e do ministro da saúde, Ricardo Barros, envolvidos em casos de corrupção e que defendem os interesses de grupos privados
- Foto: Fernando de França

Servidores do Hospital de Ipanema aprovam participar do ato do dia 12, na Lagoa

06/09/2017


Sidney Castro defendeu unificar a luta contra a privatização iminente da saúde federal
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em assembleia nesta quarta-feira (6/9) pela manhã os servidores do Hospital de Ipanema decidiram participar do ato unificado da saúde federal, que vai acontecer na próxima terça-feira (12/9), às 10 horas, no Hospital da Lagoa. É um protesto contra o sucateamento para posterior privatização da saúde federal, projeto de Temer e do ministro da saúde, Ricardo Barros, ambos envolvidos em casos de corrupção e que defendem os interesses de grupos privados, no caso do ministro, dos planos de saúde, seus financiadores de campanha.

A manifestação é convocada pelas entidades sindicais, entre elas o Sindsprev/RJ, conselhos e partidos políticos de esquerda que formam a Frente em Defesa dos Institutos e Hospitais Federais, criada como forma de unificar os servidores das unidades da rede. Durante a assembleia no Ipanema, o diretor do Sindsprev/RJ, Sidney Castro, defendeu a unificação de todos os profissionais da saúde federal com única forma de barrar a entrega dos últimos hospitais públicos para grupos privados.

“Não adianta se enganar, ficar pensando que, por ser chefe, ou diretor, não será atingido. Temos que nos mobilizar em todos os hospitais, arregaçar as mangas e, mais do que isso, nos juntarmos todos de todas as unidades para barrar este processo privatista que está em curso e do qual ninguém está livre de ser atingido”, afirmou. Acrescentou que o emprego de todos está em risco. “Não adianta também pensar que falta pouco para se aposentar, porque vai se aposentar ganhando muito menos e se passar a reforma, menos ainda. Vamos atender ao chamado da Frente e nos mobilizar, organizando uma luta unificada em defesa da saúde pública de qualidade, por concurso público, concurso público e fim do corte de verbas”, convocou.

Projeto privatista

Lúcia Pádua, servidora e ex-diretora do Sindsprev/RJ, frisou que o ministro Ricardo Barros defende o interesse das empresas privadas do setor, tanto é assim, que contratou o Sírio-Libanês para promover a reestruturação do setor, o que é nada mais, nada menos, que a privatização. “Em todas as vezes que se pronuncia sobre o filé mignon da saúde pública, que é a rede federal do Rio de Janeiro, diz que ela é muito cara e ineficiente. E tenta jogar sobre as nossas costas a culpa pelo caos causado pelo corte de verbas, pelo déficit de pessoal, pela falta dos mais variados insumos que evidentemente é uma iniciativa proposital do ministério da saúde, do governo. Este é, obviamente, o discurso de quem quer entregar as unidades para organizações sociais, como já vem sendo feito na rede estadual, no município do Rio e em São Paulo, com a participação do Sírio-Libanês, símbolo da privatização”.

Joana D’Arc, da Associação de Funcionários do Hospital de Ipanema, defendeu a unidade de todos os profissionais de saúde. Lembrou da importância desta unidade para preservar os hospitais federais públicos, conquistar a extensão das 30 horas para todos também no Ipanema, o fim do ponto biométrico e  inconsistências do Siref. “As 30 horas são uma conquista do movimento. Já saiu a portaria com extensão para todos, no Hospital de Bonsucesso, Servidores e Andaraí. Queremos o mesmo aqui”, disse. Está marcada para a quarta-feira (13/9), às 13 horas, uma reunião dos administrativos da unidade. “Vamos cobrar uma posição da direção”, disse.





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