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Saúde Federal  

Sindsprev/RJ recebe ministro da saúde com protesto contra desmonte de unidades federais

17/05/2017


Servidores em frente à Associação Comercial do Rio, no Centro, em preparação para protesto durante visita do ministro da saúde, Ricardo Barros
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Protestos em frente ao prédio da Associação Comercial do Rio e, mais cedo, na antessala da diretoria do Instituto Nacional do Câncer (Inca), marcaram a visita do ministro da saúde do governo Temer, Ricardo Barros, ao Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (17/5). Na Associação Comercial, os diretores do Sindsprev/RJ foram impedidos de subir até o local onde Barros fez palestra.

No Inca, por volta das 10 horas, os servidores cercaram o ministro no quarto andar e cobraram dele uma resposta à pauta de reivindicações específica, enviada ao ministério em 2014. Ricardo Barros respondeu que ‘não tinha conhecimento da pauta' porque era 'ministro há apenas um ano’.

Como os servidores se mantivessem no andar, decidiu marcar uma negociação sobre o assunto, em Brasília, em junho.

Por volta das 11 horas, Barros foi à Associação Comercial do Rio, onde fez uma palestra a empresários sobre a saúde pública federal. Na porta da Associação, uma manifestação — da qual participaram diretores do Sindsprev/RJ, Sindicato dos Médicos e Cremerj — o esperava desde cedo.

O diretor do Conselho Regional de Medicina, Nelson Nahon, conseguiu chegar até o 12º andar da Associação, onde o ministro proferia a palestra, e lhe entregou documento com as reivindicações da categoria. Segundo Nahon, Barros disse, na palestra, que o mau funcionamento da rede federal no Rio estava ligado a uma questão de custo-benefício, afirmando que o governo tem investido pesado nas unidades que, no entanto, funcionam mal. A solução apontada foi a criação de uma empresa privada para administrar os hospitais federais.

Para o diretor do Sindsprev/RJ Sidney Castro, ao defender a criação de uma empresa privada para coordenar os hospitais o ministro admite a sua incompetência. “O ministério tem aqui o Departamento de Gestão Hospitalar (DGH) com esta função. Se quer colocar um ente privado, está admitindo a sua incompetência”, avaliou. Ele acrescentou ainda que, ao contrário do que afirmou o ministro, o governo Temer vem propositalmente reduzindo os recursos destinados à saúde, para justificar a privatização da rede, que começa pela terceirização da coordenação.

“A solução, todos sabem, é o governo investir em equipamentos, na compra de materiais e na contratação de servidores via concurso público. Sem isto, a população continuará desassistida, apesar dos impostos que paga”, afirmou o diretor do Sindicato dos Médicos, Francisco Oliveira.






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