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Saúde Federal  

Ato no HFSE convoca população a participar da luta contra projeto Temer de desmonte da saúde federal

29/08/2017


Diretor do Sindsprev/RJ, Luiz Henrique Santos, fala durante ato no FHSE
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindprev/RJ
Por Olyntho Contente

O desmantelamento das unidades federais vem sendo aprofundado pelo governo Temer através do seu ministro da Saúde, Ricardo Barros e, para ser barrado, precisa da unidade de todos os sindicatos e demais entidades, e da população assistida. Este argumento foi repetido por todos os dirigentes que se sucederam no microfone do carro de som do Sindsprev/RJ, durante o ato desta terça-feira (29/8) pela manhã, em frente ao Hospital Federal dos Servidores (HFSE), convocado pela Frente em Defesa dos Institutos e Hospitais Federais do Rio de Janeiro.

A manifestação faz parte de um calendário de lutas da Frente, que já contou com a realização de protestos em vários outros hospitais, entre eles os de Bonsucesso, Andaraí e Cardoso Fontes. O movimento foi ampliado por profissionais da saúde estadual e municipal, em defesa da saúde pública, e prevê novos atos (veja no final da matéria). “O inimigo é um só, o governo Temer. Por isto mesmo, todas as entidades sindicais do setor e servidores de toda a rede têm de estar juntos para barrar este projeto privatista que, numa primeira etapa, está desmontando as unidades federais. Mas é fundamental, também, a participação da população assistida, que vem sendo vítima desta política que visa, em última análise, acabar com a saúde pública e entregá-la a grupos privados”, afirmou Luiz Henrique Santos, diretor do Sindsprev/RJ.

Além de funcionários do Hospital dos Servidores, participaram os do Hospital Central do Exército, da Lagoa, INC, servidores da saúde do estado, e representantes do sindicato e da federação dos médicos, Sindicato dos Servidores da Saúde Federal e da CSP-Conlutas. Sidney Castro, diretor do Sindsprev/RJ, reforçou a necessidade da luta unificada com a população. “O projeto de Temer e Barros é acabar com a saúde pública, do qual faz parte o desmonte e a entrega a grupos privados, cujo interesse não é o ser humano, mas o lucro. Quem perde com o fim do Sistema Único de Saúde público são os usuários que devem ser chamados a se organizar para impedir que isto aconteça”, defendeu.

O dirigente lembrou que, além do corte de verbas, as unidades federais vêm sofrendo com o crescente déficit de pessoal. “A solução é a realização do concurso público. Mas, defendemos, emergencialmente, a renovação dos mais de 600 contratos temporários de profissionais que estão em vários hospitais, e expiram no dia 31 de agosto. Caso isto não aconteça, as unidades não terão como funcionar”, afirmou. O diretor da federação dos médicos, Jorge Darzi, lembrou que a rede federal do Rio de Janeiro é importante regionalmente pelo atendimento que faz, mas também nacionalmente, porque forma profissionais para trabalhar em todo o país. “Acabar com os hospitais públicos federais terá impacto em todo o Brasil”, afirmou. Lúcia Pádua, do movimento de mobilização dos servidores da saúde federal lembrou que aquele era mais um ato da luta unificada do setor que vem sendo organizada pela Frente. E frisou que se não fosse esta luta, a privatização já teria sido imposta. “Conseguimos evitar até agora a entrega dos hospitais a grupos privados. Para enterrar de vez este projeto, é necessário engrossar ainda mais esta luta. É possível e vamos conseguir”, avaliou.


Calendário da Frente


Quarta-feira (30/8)

  • 10 horas, ato no Instituto de Cardiologia de Laranjeiras (INC);
  • Ida a Brasília, para negociação com o ministro Ricardo Barros, a pedido da Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados, também pela manhã;
  • Ato da saúde estadual, pelo PCCS, na Alerj, às 13 horas.
  • Protesto unificado da saúde e educação, na Candelária, concentração a partir das 16 horas;


Sexta-feira (1/9)

  • às 10 horas, audiência pública em defesa do SUS, às 10 horas, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 


12/9 (terça-feira)

  • 10 horas, ato no Hospital da Lagoa.


Ato no HFSE

O desmantelamento das unidades federais vem sendo aprofundado pelo governo Temer através do seu ministro da Saúde, Ricardo Barros e, para ser barrado, precisa da unidade de todos os sindicatos e demais entidades, e da população assistida.
- Foto: Fernando de França



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