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Saúde Federal  

Na próxima terça, abraço ao Hospital da Lagoa, contra desmonte e privatização

05/09/2017


Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Servidores de vários hospitais, institutos federais e usuários estarão participando de um abraço ao Hospital da Lagoa. A manifestação, convocada pela Frente em Defesa dos Institutos e Hospitais Federais, será na próxima terça-feira (12/9), às 10 horas. O protesto é em defesa da saúde pública, gratuita e de qualidade, contra qualquer tipo de privatização e faz parte do calendário de mobilizações aprovado pelas entidades e partidos que compõem a Frente, entre eles o Sindsprev/RJ.

A rede federal de saúde vem passando por um agressivo desmonte de suas atividades, comandado pelo Ministério da Saúde. Formada por hospitais de grande porte – Lagoa, Ipanema, Andaraí, Bonsucesso, Instituto de Traumatologia e Ortopedia, Instituto Nacional do Câncer, Hospital dos Servidores, Instituto Nacional de Cardiologia e Cardoso Fontes – atende a pacientes com casos de alta complexidade, em diversas especialidades, não apenas do Rio de Janeiro mas de todo o país.

 

Rede é o filé mignon da saúde

 

As unidades da rede federal são de referência no tratamento de câncer, em cirurgias de doenças do coração, inclusive transplantes, doenças renais, implantes de próteses ortopédicas, tratamento de queimados e cirurgia vascular, entre outras. Como se não bastasse o colapso da rede estadual e o aumento da crise da atenção básica da cidade do Rio de Janeiro, se aprofundou de forma agressiva o esvaziamento destas importantes unidades, cujos efeitos a população vem sentindo na pele.

 

O governo de Michel Temer, com seu ministro da Saúde, Ricardo Barros, ambos envolvidos em denúncias de corrupção, impôs uma redução ainda mais drástica dos recursos da rede federal, provocando desabastecimento das unidades, o aumento do déficit de pessoal e a falta de manutenção de equipamentos.

 

No Hospital da Lagoa, vários serviços foram suspensos e andares inteiros reformados não têm como funcionar por falta de pessoal. Os concursos públicos foram suspensos e  contratos temporários de profissionais de saúde não estão sendo renovados, tendo como consequência a saída de centenas ou até milhares deles de todos os hospitais federais.

 

O objetivo deste desmonte é tentar justificar a privatização destes grandes hospitais, entregando-os a grupos privados. Contra esta negociata, os servidores da saúde federal estão se mobilizando e exigindo o fim do corte de recursos da saúde e a privatização.

 

Para atingir este objetivo, porém, é fundamental a participação da população usuária neste movimento, exigindo uma saúde pública, gratuita e de qualidade.






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