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Saúde Federal  

GT da Saúde Federal indica atos nos hospitais e luta contra reformas de Temer (PMDB)

22/09/2017

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por André Pelliccione

Reunido no auditório do Sindsprev/RJ na tarde da última quinta-feira (21/9), o Grupo de Trabalho (GT) da Saúde Federal definiu um calendário de lutas para o setor, cujas atividades são as seguintes: ato unificado da saúde federal dia 3/10, às 10h, em frente ao Hospital Federal de Ipanema; e participação nas lutas pela anulação da reforma trabalhista e pelo arquivamento da reforma previdenciária), a partir das 16h, na Candelária, com indicativo de paralisação de 24h.

Em todas as manifestações os servidores vão denunciar o desmonte e a privatização das unidades federais promovidos pelo ministro Ricardo Barros (Saúde).

Luta contra o ponto eletrônico nos hospitais

O GT também debateu a luta contra o ponto eletrônico, com informes da situação no Hospital Federal dos Servidores (HFSE), no Hospital Federal de Ipanema (HFI) e no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), onde número significativo de máquinas está inoperante ou causando inúmeros problemas aos servidores na marcação de ponto, conforme já havia sido alertado pelo Sindsprev/RJ, que continua reafirmando a necessidade de lutar contra a adoção dessa forma inadequada de controle de presença.

Outro ponto abordado no GT foram as consequências negativas da adesão da categoria ao Adicional de Plantão Hospitalar (APH), o que nos últimos tempos desestimulou a luta por reajuste salarial. “O governo, quando passou a utilizar o APH, sempre teve a intenção de dividir e enfraquecer as mobilizações da nossa categoria. Agora o governo quer utilizar o APH como moeda de troca para a implementação do ponto eletrônico. Os servidores não podem aceitar isso”, afirmou Sidney Castro, da direção do Sindpsrev/RJ.

Para a também diretora do sindicato Maria Celina de Oliveira, é preciso retomar a luta por reajuste. “O servidor não pode ter ilusão com o APH, que não resolve e nunca vai resolver o problema da baixa remuneração da categoria. O que resolve é conquistar reajuste salarial real, lutar contra o sucateamento e em defesa da saúde pública”, completou.

“É preciso reconstruir as mobilizações, promovendo atos nas unidades e reforçando a luta nos hospitais onde o nível de organização ainda não está tão adiantado assim. É dessa maneira que vamos envolver toda a categoria”, afirmou Sebastião José de Souza (Tão), também diretor do Sindsprev/RJ.

"São importantes ass manifestações que serão convocadas pelas centrais sindicais, por federações, sindicatos e associais profissionais, todos pela anulação da reforma trabalhista e pelo arquivamento da reforma da previdência. A participação da saúde federal vai ser muito importante e estaremos todos lá", concluiu Maria Ivone Suppo, da direção do Sindsprev/RJ.

 


 






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