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Saúde Federal  

Dia 10/11, saúde federal protesta contra privatização

18/10/2017


Na foto, servidores do Hospital Federal da Lagoa em ato contra a privatização, realizado em agosto deste ano

Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Servidores da saúde federal do Rio de Janeiro farão uma grande mobilização no próximo dia 10 de novembro contra o projeto de Temer e do ministro da saúde, Ricardo Barros, de privatizar os seis hospitais e três institutos federais localizados no estado. Será um dia de luta e luto, com os servidores vestindo roupas pretas e distribuindo panfletos explicando à população a armação de Barros pra privatizar a rede federal. Com o objetivo de organizar a participação dos servidores, no dia 7/11, às 17h, no auditório do Sindsprev/RJ (rua Joaquim Silva, 98 – térreo – Lapa), acontecerá a reunião do Grupo de Trabalho (GT) da saúde federal. Compareça.
 
Como houve um forte movimento dos profissionais da saúde federal e de setores da sociedade contra as privatizações desses hospitais, agora o ministro usa o artifício de dizer que os hospitais federais serão estadualizados ou municipalizados. Para Lúcia Pádua, da Frente em Defesa dos Hospitais Federais, como o estado está quebrado e o município também está mal das finanças, vão repassar as unidades para organizações sociais ou fundações, ou seja, vão privatizá-las. “A estadualização ou a municipalização têm que ser combatidas porque significam a privatização”, resumiu.

Construindo a greve geral

A mobilização dos profissionais da saúde federal acontece como parte do Dia Nacional de Lutas convocado por vários sindicatos, como os dos metalúrgicos, de servidores públicos, de estatais e pela central sindical CSP-Conlutas para barrar a aplicação das novas regras trabalhistas, que entram em vigor no dia 10 de novembro, e as privatizações. Além de manifestações, haverá paralisações de várias categorias.

O Dia de Luta será também pelo fim da terceirização, contra o projeto de reforma da previdência e em defesa do patrimônio público, por empregos de qualidade, contra o desmonte e a desnacionalização da indústria, em apoio à luta dos servidores públicos e pela unidade e fortalecimento das campanhas salariais pelo país. Será uma forma de construir uma greve geral com os mesmos eixos.






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