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Saúde Federal  

Dia de Luta: passeata da saúde federal protesta contra reformas de Temer

10/11/2017


Mobilização aconteceu pela manhã e paralisou parcialmente a Avenida Brasil

Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

O Dia Nacional de Protestos e Paralisações, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (10/11), começou com várias manifestações de rua e categorias em greve contra a aplicação das novas regras trabalhistas, da lei da terceirização irrestrita, pela rejeição do projeto de reforma previdenciária que se encontra no Congresso Nacional e contra a política de privatização, entre elas a do Sistema Único de Saúde (SUS). A saúde federal participou com uma passeata que começou em frente ao Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) e paralisou parcialmente a Avenida Brasil, em conjunto com portuários, estivadores, metalúrgicos, servidores do Colégio Pedro II, da UFRJ, da Fiocruz e estudantes.

Da rede federal estavam representados, além dos profissionais do Into, funcionários do Hospital dos Servidores, do Ipanema e Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Mais cedo houve vários atos em diversos pontos da cidade e bloqueios, como na Ponte Rio-Niterói e na Francisco Bicalho. Fizeram paralisações, entre outros, os funcionários da Fiocruz, do Hospital dos Servidores, do Colégio Pedro II, bancários de bancos públicos e privados das agências da Avenida Rio Branco e petroleiros do Terminal Aquaviário da Bahia de Guanabara e do Terminal da Baía de Ilha Grande. 

Além do Sindsprev/RJ e dos demais sindicatos e federações das categorias participantes da passeata do Into, estavam presentes dirigentes das centrais sindicais CSP-Conlutas e da CTB. O presidente do Sindicato dos Estivadores, Ernani Duarte, lembrou que as novas regras instituídas pela reforma trabalhista entram em vigor a partir deste sábado, e que é preciso que os trabalhadores vão às ruas impedir que isto aconteça.

Maycon Bezerra, do Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II, alertou para a urgência em se organizar uma greve geral contra a reforma da Previdência cuja aprovação está sendo articulada pelo governo e sua base de sustentação no Congresso. A ex-diretora do Sindsprev/RJ, Lúcia Pádua, disse que da luta contra o desmonte da saúde é deve participar toda a população. “Temer, o ministro Ricardo Barros (da saúde) e os donos de planos de saúde estão pouco se lixando para a vida da população. Eles querem é ganhar rios de dinheiro. Por isto estão cortando bilhões em recursos da saúde para depois privatizar as unidades”, disse.

Cintia Teixeira, da CSP-Conlutas, lembrou que a mesma política privatista que Temer tenta aplicar na rede federal, está sendo usada por Pezão e Crivella. “O governador entregou todos os hospitais para organizações sociais e o serviço está cada vez pior. E o prefeito está desmontando as Clínicas da Saúde, fechando unidades e atrasando salários. É hora de unificar a luta dos trabalhadores das três esferas contra esta mesma política”, defendeu. Isaac Loureiro, diretor do Sindsprev/RJ, reafirmou a urgência de que todos se conscientizem de que devem ir para as ruas dizer não à reforma da Previdência que o governo Temer prepara e que é mais um roubo de direitos conquistados em décadas de lutas dos trabalhadores.






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