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Saúde Federal  

Ato em frente à Emergência do Hospital de Bonsucesso vira passeata e ocupa parcialmente a Avenida Brasil

04/07/2018

Servidores repudiam a asfixia financeira promovida por Temer contra a rede federal de saúde no Rio de Janeiro
Foto: Fernando França


 

 

Direto do Hospital Federal de Bonsucesso
Por Hélcio Duarte Filho

Começou pouco antes das dez horas da manhã, desta quarta-feira (4), o ato unificado em frente à Emergência do Hospital Federal de Bonsucesso. Cerca de 200 pessoas já estavam no local por volta das 10h30. A concentração para o protesto contra a política do governo Temer de desmonte das unidades federais, estava marcada para começar às 10h.

Pouco depois das 11 horas, o ato se transformou em passeata que percorreu a Avenida Brasil, ocupando duas pistas no sentido Centro da Cidade. Cerca de 20 policiais do 22º Batalhão acompanharam a manifestação. Os profissionais de saúde retornaram à frente do HFB onde encerraram o protesto.

Os hospitais e institutos federais do estado do Rio de Janeiro vêm passando por um processo imposto pelo governo Temer de corte de verbas e aprofundamento do déficit de funcionários com prejuízo direto aos servidores das unidades e à população. Servidores, usuários e movimentos em defesa da saúde pública denunciaram que a Emergência do HFB, inaugurada este ano, não funciona por falta de recursos materiais e humanos.

"Você entra na Emergência e vai na sala amarela, ela está trancada com cadeado; entra na sala vermelha, ela está também trancada. O funcionamento da Emergência, construída com 28 milhões de reais, é uma farsa", disse o servidor Oswaldo Mendes, da direção do Sindsprev-RJ, à reportagem, assim que o ato teve início.

O protesto foi convocado e construído pela comunidade hospitalar, em conjunto com as entidades sindicais e políticas da área da saúde, tendo sido ratificado em uma assembleia. Servidores e usuários de outras unidades hospitalares da rede federal e de outras esferas participaram da mobilização, que é unificada. O ato começou com críticas duras à direção do hospital, que teria articulado o esvaziamento da manifestação. "Por que esse ataque ao movimento em defesa do hospital?", perguntou um  médico presente à atividade.






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