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Saúde Federal  

Enfermagem aprova reunião sobre ponto com direção do Hospital de Bonsucesso

08/08/2018


Assembleia da enfermagem do Hospital de Bonsucesso aprovou busca de reunião com direção-geral da unidade, para solucionar problemas que afligiem os servidores

Foto: Mayara Alves

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em assembleia na manhã desta quarta-feira (8/8), os profissionais da enfermagem do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) aprovaram proposta para que o Sindsprev/RJ e o Sindicato dos Enfermeiros agendem reunião com a diretora-geral da unidade, Luana Camargo da Silva. A finalidade é cobrar solução urgente de problemas crônicos e graves que vêm afetando a vida profissional, pessoal e a saúde desses servidores: a falta de respeito do Departamento de Recursos Humanos (RH), a continuidade das falhas no ponto eletrônico e as consequências nocivas que esta realidade tem tido sobre os profissionais.

Participarão do encontro, além do diretor do Sindsprev/RJ Sidney Castro e do dirigente do Sindenf/RJ, Marcos Schiavo, uma comissão de servidores da enfermagem, eleitos na assembleia: Isabel e Maurício (técnicos em enfermagem) e Érica e Luciano (enfermeiros). Autor da proposta, encampada por Schiavo, Sidney explicou que a iniciativa busca abrir um diálogo que permita encontrar soluções para os problemas. “Vamos defender os interesses da categoria, abrir o debate e tentar encontrar soluções de forma conjunta”, explicou.

Desrespeito e inconsistências

Foram unânimes na assembleia as reclamações de desrespeito do RH para com a enfermagem. Os casos estariam todos ligados às inconsistências do ponto eletrônico. O RH, por exemplo, faz exigências descabidas, como a apresentação de espelhos do ponto para comprovar o comparecimento, tanto ao plantão normal quanto aos APHs, que devem ser impressos pelos servidores. Um trabalho que, se necessário fosse, deveria ser feito pelo próprio RH. Quando os profissionais argumentam que todos os dados já estão no sistema, o RH usa como ameaça o argumento de que se não cumprirem esta determinação não receberão os valores correspondentes à remuneração.

O comportamento foi classificado como desumano. A maioria trabalha extremamente estressada, tendo que conviver num clima de terror psicológico. Entre as muitas falhas graves do ponto eletrônico foram citadas a não aceitação da digital; a aceitação sem que a informação da presença seja repassada pela máquina para o sistema; o mesmo com relação ao APH; e máquinas quebradas, sem funcionar ou com funcionamento precário.

Comissão de Ética

Foi feito, pouco antes, na assembleia, um debate inicial sobre a necessidade de eleger uma Comissão de Ética especifica da enfermagem. Atualmente, apenas os médicos têm o seu Comitê de Ética. Mas os profissionais da enfermagem entendem que este não pode ser o espaço para tomadas de decisão que analisem o comportamento profissional dos enfermeiros e técnicos de enfermagem, sendo necessária, para isto, a eleição de uma comissão própria. O debate vai continuar.

Duas representantes do Plano de Integridade da CGU, Bruna Borsato e Bianca Robaina, no HFB, deram informes sobre o trabalho de implantação do programa na unidade. A eleição de uma comissão de ética dos profissionais do hospital que seja parte integrante do projeto é uma das exigências da CGU. Esta comissão seria multidisciplinar, o que não impede a eleição de uma comissão de ética de cada setor. Comissões que poderiam, inclusive, ter um de seus representantes indicado para a comissão mais geral.






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