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Saúde Federal  

Hospital de Bonsucesso: assembleia nesta quinta (4/10) debate sucateamento e crise do ponto biométrico

25/09/2018

 

Ao lado, cartaz de divulgação da assembleia do Hospital Federal de Bonsucesso
Arte: Virginia Aor

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Os servidores do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) fazem assembleia nesta quinta-feira (4/10), a partir das 10h, no auditório da maternidade (prédio 2 - 6° andar), quando vão deliberar sobre a seguinte pauta de assuntos: ponto eletrônico e Siref; irregularidades; inconsistências; encaminhamentos. Se você é servidor do HFB, compareça.

Entre as unidades federais de saúde do Rio, o Hospital de Bonsucesso é uma das mais sucateadas e desabastecidas de toda a rede, o que tem inviabilizado suas atividades de residência médica e o atendimento à população. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde inaugurou a nova emergência do Hospital, mas com número insuficiente de profissionais necessários ao pleno funcionamento do setor.

Para tornar a situação ainda mais crítica, o Ministério está implantando um sistema de registro eletrônico de frequência (ponto biométrico) cujas máquinas são inadequadas e vêm causando inúmeros problemas aos servidores da saúde federal, incluindo os do HFB. No último dia 19/9, representantes do Sindsprev/RJ e dos servidores entregaram ao procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ), Fábio Goulart Villela, relatório com resumo das principais inconsistências e irregularidades constatadas nas máquinas de ponto biométrico instaladas nos hospitais e institutos federais. Entre as inconsistências estão inúmeros casos em que a marcação da presença é feita, mas o sistema não computa; problemas na leitura das digitais, não reconhecendo o servidor cadastrado ou computando sua marcação para outro servidor; aparelhos calibrados com horários diferentes ou mesmo o apagamento total de informações anteriormente coletadas, prejudicando os servidores até mesmo nos requerimentos de aposentadorias, transferências e remoções.

O relatório também questiona o processo de aquisição das máquinas de ponto biométrico, que teria se dado em desacordo com o objeto descrito na licitação.

Os problemas causados aos servidores são tamanhos que, no último dia 21/9, a Alerj decidiu instaurar Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar eventuais irregularidades das máquinas de ponto biométrico, a pedido da Comissão de Trabalho daquela casa legislativa.

Todos esses são motivos de sobra para comparecer à assembleia do próximo dia 4/10. 






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