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Saúde Federal  

Servidores do HFB aprovam novos passos da luta contra o ponto

04/10/2018


Assembleia lotou o auditório do hospital. Retomada do Núcleo Sindical também foi debatida

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em assembleia nesta quinta-feira (4/10) os servidores do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) aprovaram os próximos passos da luta contra a implantação do ponto biométrico. Entre outros, decidiram apoiar a realização de assembleias nas unidades e de uma assembleia unificada da saúde federal sobre o tema, após a negociação do dia 18 com o Ministério da Saúde, em Brasília, na Mesa Setorial; garantir via negociação com o governo, a participação de representantes de todas as unidades federais, além dos dirigentes das entidades sindicais, nesta negociação; organizar uma caravana a Brasília, para exigir a suspensão do ponto enquanto não forem sanadas as inconsistências.

Além disto, aprovaram acompanhar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que será instalada na próxima quarta-feira (10/10) para investigar fraudes no processo de licitação e outras inúmeras irregularidades na implantação das máquinas e no sistema (Siref) do ponto. A CPI foi fruto da audiência pública da Alerj, convocada pela Comissão de Trabalho, por solicitação dos servidores da saúde e das entidades sindicais, entre elas o Sindsprev/RJ, e conselhos de categorias, como parte da luta da categoria.

Núcleo Sindical

Outra decisão da assembleia foi a recomposição do Núcleo Sindical. Como o assunto foi debatido quando a assembleia já tinha se esvaziado, foi apenas proposta a eleição de um novo núcleo. Mas não foram estabelecidos critérios, como número de componentes e datas.

Antes do início da assembleia foi feito um minuto de silêncio pela morte do renal crônico Luiz Silva, ocorrida na última segunda-feira. O pedido da homenagem foi feito pelo diretor do Sindsprev/RJ, Osvaldo Mendes. Estiveram presentes os também dirigentes do sindicato, Sidney Castro, Rolando Medeiros, Ivone Sippo e Sebastião de Souza. Os dois primeiros e Osvaldo fizeram parte da mesa que dirigiu a assembleia, da qual participaram ainda a diretora da Fenasps, Lúcia Pádua, a servidora do HFB Tatiana Alves, o diretor do Sindicato dos Enfermeiros, Marco Schiavo e o coordenador do Jurídico do Sindsprev/RJ, Roberto Marinho.

Informes

Na assembleia foram feitas avaliações da luta contra a implantação e homologação do ponto biométrico. Além da CPI, foram feitas audiências com representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), por solicitação dos deputados Paulo Ramos (PDT) e Enfermeira Rejane (PCdoB). Tanto o MPT quanto a SRTE se comprometeram a fiscalizar o ambiente de trabalho dos hospitais e institutos federais, de modo a averiguar as denúncias dos servidores quanto ao mau funcionamento do ponto biométrico, que vem gerando um clima de extremo estresse e adoecimento dos servidores.

Na avaliação do diretor Sidney Castro, o Departamento de Gestão Hospitalar (DGH/RJ) do Ministério da Saúde vem enrolando a categoria, ganhando tempo, sem tomar nenhuma decisão que resolva o grave problema do mau funcionamento do ponto e suas consequências para o funcionamento das unidades federais e para a saúde dos servidores. Defendeu a pressão direta sobre o Ministério da Saúde em Brasília como forma de cobrar uma solução efetiva e a ida de uma caravana à capital federal no dia 18 para pressionar neste sentido.

Sebastião de Souza e Rolando Medeiros defenderam a unidade de todos os profissionais do HFB como única forma de ter uma luta vitoriosa contra o ponto. “Do contrário, só teremos derrotas”, argumentou Sebastião. Rolando defendeu a organização de uma chapa unitária nas eleições para o Núcleo Sindical. Mas acrescentou que “se isto não for possível o que importa, neste momento, é a retomada do trabalho do Núcleo”.






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