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Ato da Vigilância em Saúde exige do ministério exames e tratamentos

29/11/2017

Olyntho Contente

Da Redação do Sindsprev/RJ

Foto: Mayara Alves

Durante o ato, mata-mosquitos cobraram respeito do ministério e das prefeituras

Os servidores na Vigilância em Saúde, conhecidos popularmente como mata-mosquitos, fizeram nesta quarta-feira, pela manhã, um protesto em frente ao prédio do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, na Rua México, 128. Denunciaram o descaso do MS que se nega a realizar exames periódicos, garantir equipamentos individuais de segurança (EPI) e tratamento para a categoria, que tem vários casos de falecimento em função da contaminação pelo uso sistemático de produtos químicos de combate a transmissores de doenças, como o mosquito da dengue.

Dirigentes do Departamento de Saúde do Trabalhador do Sindsprev/RJ, entregaram ofício ao Coordenador da Gestão do Núcleo do Ministério da Saúde no Rio, Clécio Xavier e à Chefe da Gestão Administrativa do Núcleo, Lídia Fernandes. O documento reivindica a realização de exames periódicos em agentes de combate a endemias e administrativos, exame de colenosterase e eletroneuromiografia, fornecimento de EPI, tratamento de todos os mata-mosquitos e produção de laudos estabelecendo a causa da doença e das mortes na categoria.

Mesa da saúde federal

Outra reivindicação do ofício é a formação de uma mesa permanente de saúde do trabalhador, que discuta as questões específicas dos servidores da Vigilância em Saúde mas que abranja também todos os servidores da saúde federal. O mesmo documento foi entregue pela Federação Nacional (Fenasps) ao Ministério da Saúde, em Brasília.

Durante a manifestação – com faixas e cartazes – um dos coordenadores do Departamento, Nelma Barbosa, denunciou que de janeiro de 2016 até agora, faleceram cerca de 100 mata-mosquitos. Lembrou que a categoria trabalha com produtos químicos altamente tóxicos, que atingem o sistema nervoso e são cancerígenos, causando vários tipos de doença, permanecendo sem o devido acompanhamento médico por parte do MS e prefeituras para as quais foram cedidos.

“Os mata-mosquitos voltaram às ruas para exigir seus diretos. Muitos de nós estão doentes e o Estado tem que garantir a devida assistência. Não é possível que se mantenha esta irresponsabilidade com a vida de tantos homens e mulheres. É preciso garantir exames periódicos, tratamento e EPIs, de forma imediata”, afirmou Nelma. Sérgio Henrique da Silva, também do Departamento, lembrou que esta é uma obrigação também das prefeituras a que estão cedidos estes trabalhadores. E fez uma advertência: “Não vamos sair das ruas enquanto não formos atendidos”. Outro integrante do Departamento, Francisco Araújo lembrou que sequer são produzidos laudos que comprovem as causas do adoecimento, um descaso total com os trabalhadores.






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