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Saúde Estadual  

Saúde Estadual continua em greve e participa de atos nesta quinta(29/9)

28/09/2016

Assembleia desta quarta-feira(28/9), que aprovou participação da saúde estadual em mobilizações no Hospital Eduardo Rabello e na Cinelândia: greve continua por tempo indeterminado
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Reunidos em assembleia na tarde desta quarta-feira (28/9), no auditório do Sindsprev/RJ, os servidores da saúde estadual aprovaram a continuidade de sua greve por tempo indeterminado, como forma de pressionar o governo do Estado a implementar suas reivindicações — veja ao final.

A assembleia também aprovou a participação da categoria em dois atos públicos que acontecem nesta quinta-feira(29/9): às 10h, em frente ao Hospital Estadual Eduardo Rabello, na zona oeste; e a partir das 18h, na Cinelândia. Este segundo ato será parte do Dia Nacional de Lutas, Mobilizações e Paralisações do funcionalismo público das três esferas (municipal, estadual e federal) convocado pelas centrais sindicais (Conlutas, CUT e CTB) e movimentos sociais contra o corte de direitos trabalhistas (PL 257 e PEC 241), em defesa da previdência pública e pelo ‘Fora Temer’.

Outra importante deliberação foi realizar ato público de protesto na próxima sexta-feira(7/10), a partir das 10h, em frente ao número 128 da rua México, no Centro, durante negociação da Secretaria Estadual de Saúde com os sindicatos que representam os servidores do setor, incluindo Sindsprev/RJ. Nesta reunião, segundo promessa do governo, deverá ser retomada a negociação sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da saúde estadual.

Os servidores da saúde estadual lutam por normalização dos pagamentos de salários, implementação do PCCS, suspensão das privatizações, realização de concurso público, melhoria das condições de trabalho, retirada das organizações sociais (O.S.) dos hospitais, pagamento de adicional-noturno e vale-refeição.

Polêmica sobre calendário e mesa de negociação

A exemplo da anterior, a assembleia desta quarta(28/9) foi marcada por polêmica quanto à adequação do calendário de lutas às necessidades de mobilização dos servidores. A diferença foi que também sobraram críticas para o atual formato da mesa de negociação com o governo. “A atual mesa tem um formato parecido com a mesa do SUS, na qual o governo senta-se com uma infinidade de sindicatos para, objetivamente, não resolver nada e continuar nos enrolando. Não podemos aceitar isso. Temos que responder com mais mobilização e fazer um grande ato no dia da reunião com o governo”, criticou Denise Nascimento, da direção do Sindsprev/RJ.

Em resposta às críticas, o também diretor do Sindsprev/RJ Sebastião José de Souza (Tão) defendeu a forma de atuação do Sindicato na greve. “As pessoas têm que ter consciência e entrar na greve, cuja retomada foi absolutamente correta. É a nossa mobilização, e não o tipo de mesa, que vai decidir a situação para os servidores. Por isso é tão importante fortalecermos o movimento em todas as unidades”, rebateu.

“É importante estarmos em greve, mas não estamos tendo a vontade necessária para brigarmos pelo que é nosso, pelos nossos direitos. Temos que fortalecer essa luta”, concluiu Wilka Martins, do Instituto Ary Parreiras.


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