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Saúde Estadual  

Nesta terça “Dia D”, ato na Alerj pela derrubada do pacote e impeachment de Pezão

18/11/2016


É a hora de voltar a lotar a Alerj para acabar com o pacotão

Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em reunião na última quinta-feira (17/11), o Movimento Unificado dos Servidores do Estado (Muspe) aprovou fortalecer ainda mais as mobilizações do funcionalismo, através de um calendário de manifestações cujo objetivo é derrubar integralmente o pacote de maldades do governador Luiz Fernando Pezão(PMDB) e exigir o seu afastamento imediato do cargo por ter ajudado a quebrar o estado e pelo possível envolvimento nas falcatruas do ex-governador Sérgio Cabral Filho, do qual foi vice e secretário de obras. Estão previstos o “Dia D”, um grande ato nesta terça-feira (22/11), às 10 horas, em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj);  uma vigília no mesmo local, na quarta (23/11); e a participação nos protestos do dia 25, sexta-feira, Dia Nacional de Greves e Manifestações, que terá passeata no Rio, partindo da Candelária, e do  Ocupa Brasília, dia 29, ambos contra a PEC 55 de Temer, que segue o mesmo espírito do pacote do estado.

A avaliação das entidades presentes à reunião do Muspe, entre elas o Sindsprev/RJ, é de que este é o momento de ampliar ainda mais a luta para que se consiga a rejeição integral do pacote de maldades. Que a forte mobilização do funcionalismo do estado e a sua unidade, associada à prisão de Sérgio Cabral Filho, fez aumentar a crise no governo e na Alerj, tirando qualquer autoridade moral de Pezão para impor a série de decretos e projetos de lei contra os servidores e a população do Rio de Janeiro e impactando a base governista. A diretora Lúcia Pádua, que representou o Sindsprev/RJ no encontro do Muspe, lembrou que Pezão, além de vice de Cabral, foi secretário de Obras, setor onde a Polícia Federal e o Ministério Público descobriram um esquema de cobrança de propinas das empreiteiras envolvidas em várias obras, como as do Maracanã e do PAC de favelas como a do Alemão.

“Já estávamos exigindo o impeachment de Pezão por ter quebrado o estado, junto com Cabral, ao conceder isenções fiscais bilionáras e com sinais de fraude, ao não cobrar a dívida ativa de empresas e desmantelar e privatizar a saúde. Agora, esta exigência ganha mais força com a prisão de Cabral, principalmente pelo fato de Pezão ter sido o responsável pela secretaria de Obras, onde ocorreu a corrupção apontada pelas investigações da PF”, argumentou a dirigente. O PSOL conseguiu o número de assinaturas de deputados da Alerj exigido para pedir a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigue o esquema das isenções fiscais e sua consequência na quebra do estado. “Mas nós queremos uma CPI mais ampla que investigue, agora, o envolvimento de Pezão e seus aliados no esquema de propina descoberto”, afirmou Lúcia.

Não a emendas, sim à rejeição total

O Muspe aprovou participar de uma negociação com o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), e com o colégio de líderes partidários, na terça-feira, a respeito do pacote. Mas decidiu também não aceitar negociar emendas ao pacotão, mas o seu arquivamento integral. “Não queremos negociar emendas que podem ser usadas para dividir o movimento do funcionalismo estadual”, explicou a dirigente.

O Muspe tem também propostas a apresentar para sanar a crise do estado. Entre elas estão a suspensão das isenções fiscais, a cobrança da dívida ativa de empresas, revisão dos contratos de concessão e reestatização da saúde, com o fim dos contratos com as organizações sociais e as fundações, por onde tem escoado o dinheiro público. “Paralelamente, fortalecer o RioPrevidência através da realização de concurso público, já que os empregados das OS e fundações não contribuem para o RioPrevidência e os estatutários concursados, sim”, explicou.






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