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Saúde Estadual  

Ato na Alerj para barrar o pacote de Pezão é nesta terça (6/12)

30/11/2016

Servidores durante o ato da última terça-feira (29/11), na Alerj. Muspe pode convocar greve. Data estudada é o dia 7 de dezembro
Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

O ato público contra o pacote de projetos do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), será nesta terça-feira (6), a partir das 8 horas da manhã, quando vai ser servido um café da manhã. O protesto em frente à Assembleia Legislativa (Alerj) está sendo convocado pelo Muspe (Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais) e sindicatos. É neste dia que o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB), pretende iniciar a votação dos projetos.

O primeiro passo para enganar os servidores e organizar a votação do pacote de maldades do governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, estará sendo dado nesta terça-feira (6), quando Picciani (PMDB) e líderes da bancada governista estarão reunidos. Pretendem traçar a estratégia de votação de todas as medidas contra as quais a categoria luta.

A reunião dos parlamentares tem como finalidade passar por cima de toda a luta feita pela categoria contra o pacote e preparar uma traição total, articulando a aprovação das medidas que jogam sobre as costas do funcionalismo público e da população uma crise financeira causada pelas falcatruas dos governos Cabral e Pezão com evidências de desvio do dinheiro público. “Nossa resposta tem que ser a nossa presença maciça na porta da Alerj, na sexta-feira. Vamos impedir mais esta armação. Não podemos admitir que nossos direitos sejam roubados. Vamos barrar mais esta jogada da turma do Cabral, Pezão, Dornelles e Picciani”, convocou a diretora do Sindsprev/RJ Mariá Casa Nova, que informou à reportagem a mudança de data.

O pacote aumenta a contribuição previdenciária para ativos e aposentados, proíbe qualquer reajuste, reduz de 20 para 12 o número de secretarias, extingue fundações e outras autarquias, principalmente as voltadas para a população mais carente, acaba com o restaurante popular e o programa renda melhor, extingue o adicional por tempo de serviço, acaba com o aluguel social, atingindo sobretudo as populações despejadas pelo estado, corta recursos de hospitais e da educação e aumenta o ICMS. Os servidores exigem a devolução desse pacote que aumenta as dificuldades financeiras e abre a possibilidade para a demissão de milhares de servidores e coloca à beira da morte outros milhares de cidadãos pobres.

O Muspe defende, como alternativa para solucionar a crise, além da devolução do pacote genocida de Pezão, a revisão de todas as insenções fiscais, a maioria concedida fraudulentamente sem a aprovação da Alerj; a cobrança da dívida ativa do estado junto a empresas; punição e cobrança dos responsáveis pela perda dos recursos do RioPrevidência; fim da farra das terceirizações, através de organizações sociais e fundações, e realização de concurso público como forma de fortalecer o RioPrevidência, já que os terceirizados não contribuem para a instituição, mas os estatutários cocursados, sim. Além de instação de CPIs para investigar a fraude no RioPrevidência e isenções fiscais, principais causas da quebra do estado.

Caso as reivindicações, principalmente a devolução do pacote a Pezão, não sejam aceitas, o Muspe defende a convocação de uma greve dos servidores do estado. A data que está sendo cogitada é o dia 7 de dezembro.






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