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Saúde Estadual  

Nesta segunda (12/12), Muspe chama paralisação de 24h contra pacote de Pezão

09/12/2016

 

 

Para o Muspe, não tem plano "B". A exigência é a devolução do pacote de maldades
Foto: Fernando França

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

 

Os servidores do estado devem organizar uma paralisação de 24 horas nesta segunda-feira (12/12), para que o maior número possível possa participar do grande ato marcado para esta data, a partir das 10 horas, contra o pacote genocida de Pezão (PMDB), que terá pontos importantes votados neste dia, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A orientação é das 42 entidades sindicais que formam o Movimento Unificado dos Servidores do Estado (Muspe), reunidas no último dia 7, no auditório do SindJustiça.

A ideia é fazer uma das maiores manifestações já verificadas até aqui contra o pacote de maldades do governo Pezão. No caso de uma negociação com a Alerj ou o governo, o Muspe decidiu que não haverá um plano “B” e que será sustentada a exigência de retirada total das medidas.

O Muspe aprovou ainda convidar entidades de direitos humanos para estarem presentes à manifestação, como forma de evitar que se repitam os episódios de extremada violência policial contra manifestantes, verificada no protesto do dia 6 último. Com o mesmo objetivo haverá também faixas, cartazes e balões com a inscrição “paz”, além de uma força-tarefa de advogados. Será montada uma barraca de primeiros socorros. O atendimento ficará a cargo do Sindsprev/RJ, da Associação dos Servidores da Vigilância Sanitária (Asservisa), do Sindicato dos Médicos e da Associação de Bombeiros.

Categorias de servidores públicos federais serão também convidadas, já que estão sofrendo com a política de arrocho do governo Temer, também do PMDB, e enfrentam a possibilidade de aprovação, pelo Senado, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, que tem o mesmo espírito do pacote genocida de Pezão e também afeta toda a população, principalmente os mais carentes.

Prisão de Pezão e Picciani

O Muspe orienta que, nos discursos, faixas e cartazes, além do arquivamento ou devolução do pacote, seja enfatizada a exigência de prisão imediada de Pezão e do presidente da Alerj, Jorge Picciani. Isto porque o movimento considera que há fortes suspeitas do envolvimento dos dois no esquema comandado por Sérgio Cabral Filho, que se encontra preso em Bangu, por formação de quadrilha. O esquema operava cobrando propina de empresas e desviando dinheiro público. Segundo o Ministério Público Federal, a farra com os recursos públicos foi um dos principais motivos para a quebra do estado.

Para o Muspe, ambos não têm autoridade moral para continuar nos cargos que ocupam, que dirá para impor um pacote tão nocivo aos servidores e a toda a população. Além do afastamento e prisão dos dois, o Muspe defende a instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), uma para investigar as isenções fiscais e outra, as operações feitas com o RioPrevidência nas gestões Cabral e Pezão.

Greve

Os servidores do estado podem parar dias 14 e 15. Este é o indicativo do Muspe a ser submetido aos diversos segmentos do funcionalismo estadual. As datas foram escolhidas por ser nesses dias que o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), pretende colocar em votação outros vários pontos das medidas. 






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