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Saúde Estadual  

Esta quarta-feira (14/12) é o “Dia D” da luta contra o pacote de Pezão

13/12/2016

 

 

 

 

Hoje é dia de lotar a frente da Alerj e garantir a devolução do pacote de maldades
Foto: Fernando França

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olynho Contente

Esta quarta-feira (14/12) é o dia decisivo da luta contra o pacote de maldades de Pezão e Picciani. É para quando está marcada a votação das medidas prejudiciais à categoria e a toda a população. “Para nós é o ‘Dia D’. Todos precisam estar presentes em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para forçar Picciani a devolver o pacote que veio para tapar o buraco do desvio de recursos feitos no governo Cabral e Pezão”, convocou a diretora do Sindsprev/RJ Mariá Casa Nova.

Desde segunda-feira os servidores estão acampados em frente à Alerj. É uma vigília para monitorar a movimentação dos deputados governistas. Na manhã desta terça-feira, policiais militares foram obrigados pelo major Caetano e revistar os servidores acampados.

Com sua luta, os servidores romperam a unidade da base governista, que recuou na aprovação de uma série de medidas. Mas é preciso ampliar a mobilização para que o pacote seja arquivado. As mudanças ainda são extremamente cruéis, prevendo uma série de alterações, como o aumento de 11% para 14% da contribuição previdenciária, o congelamento de salários, a extinção de secretarias e  a possibilidade de demissões. Além disso, reduz de 20 para 12 o número de secretarias, extingue fundações e outras autarquias, principalmente as voltadas para a população mais carente.

O Muspe defende, como alternativa para solucionar a crise, além da devolução do pacote genocida de Pezão, a revisão de todas as isenções fiscais, a maioria concedida fraudulentamente sem a aprovação da Alerj; a cobrança da dívida ativa do estado junto a empresas; punição e cobrança dos responsáveis pela perda dos recursos do RioPrevidência; fim da farra das terceirizações, através de organizações sociais e fundações, e realização de concurso público como forma de fortalecer o RioPrevidência, já que os terceirizados não contribuem para a instituição, mas os estatutários cocursados, sim. Além de instação de CPIs para investigar a fraude no RioPrevidência e isenções fiscais, principais causas da quebra do estado.






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