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Saúde Estadual  

Perícia Médica do Estado: superintendente desrespeita servidores ao negar redução de jornada

21/12/2016

Da Redação do Sindsprev/RJ

Dirigentes do Sindsprev/RJ cobraram nesta quarta-feira 21, do Superintendente de Perícias Médicas e Saúde Ocupacional do Estado, Carlos Eduardo Merenlender, a redução imediata da carga horária dos servidores lotados no setor, até que o Estado regularize o pagamento dos salários, que este mês está sendo efetuado em 9 parcelas. Em resposta, Merenlender alegou que ‘não poderia adotar a medida’ e propôs-se a transferir servidores para hospitais próximos a suas residências, na tentativa de ‘remediar’ o problema.

As afirmações do Superintendente foram duramente criticadas por servidores e dirigentes do Sindsprev/RJ. “O que Merenlender disse foi totalmente absurdo, pois ele mesmo sabe que nós, servidores, fomos expulsos dos hospitais nos últimos anos, por conta da entrega das unidades públicas de saúde às ‘organizações sociais’ [O.S.]. Ninguém quer voltar para os hospitais porque ali não há mais lugar para nós, servidores, o que é uma situação deprimente. A redução de carga horária é necessária porque estamos sem salário e não temos mais dinheiro para vir trabalhar. Essa é a verdade. Por isso queremos solução”, afirmou a diretora do Sindsprev/RJ Rosimeri Paiva.

A também dirigente do Sindsprev/RJ Clara Fonseca criticou a postura desrespeitosa do Superintendente. “Ele nos recebeu num dos corredores do prédio da Perícia Médica, na Praça Tiradentes, após uma longa espera. Depois nos deu uma resposta que mostra a postura desumana do Estado para com os servidores, que estão sem salário”, completou.

O prédio onde funciona a Perícia Médica do Estado, na rua Silva Jardim, 31 – Praça Tiradentes, está em péssimo estado, segundo denúncias de servidores. “Os elevadores e o ar-condicionado estão sem funcionar e os arquivos têm mofo. São essas as absurdas condições de trabalho que o Estado nos oferece. O mesmo Estado que agora atrasa o nosso salário e ainda tenta nos culpar por um problema que não criamos”, concluiu Rosimeri Paiva.

 






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