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Saúde Estadual  

Servidores exigem Fora Pezão em passeata em Laranjeiras

05/01/2017

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Foto: Mayara Alves

Servidores públicos estaduais em ato unificado que exigiu saída de Pezão e pagamento de salários atrasados

Tendo como principal reivindicação a normalização imediata do pagamento a ativos, pensionistas e aposentados, os servidores do estado fizeram uma grande passeata, na última quinta-feira (5/12), saindo do Largo do Machado, terminando com um ato público em frente ao Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado. O protesto foi organizado pelas entidades sindicais (sindicatos, entre eles o Sindsprev/RJ, e associações) que integram o Movimento Unificado dos Servidores do Estado (Muspe).

A manifestação, que agitou o bairro de Laranjeiras, exigiu a saída imediata do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Os servidores acusaram-no de, juntamente com Sérgio Cabral Filho, ter quebrado o estado com inúmeras isenções fraudulentas, obras superfaturadas e recebimento de propinas. Pezão foi vice e secretário e obras de Cabral. As concessões de insenções fiscais bilionárias continuaram a ser feitas no governo Pezão, produzindo um rombo cuja responsabilidade o governador quer jogar sobre as costas dos servidores através do pacote de maldades enviado à Assembleia Legislativa (Alerj). Cabral e Pezão levaram o estado a uma situação de calamidade, inviabilizando investimentos e o pagamento em dia de salários, aposentadorias e pensões.

“Governo sem-vergonha”

A passeata saiu do Largo do Machado às 11h20, entrando na Rua das Laranjeiras cantando em côro: “Ô,ô,ô, cadê o dinheiro? Pezão comanda o bando dos empreiteiros”, “Fora Pezão, ladrão!” e uma paródia da música de Ivete Sangalo, “Poeira”: “Vergonha, vergonha, governo sem-vergonha!”

À frente da manifestação havia uma grande faixa do Muspe. A passeata foi durante todo o percurso acompanhada por policiais da tropa de choque da Polícia Militar. Estavam presentes servidores de todos os setores do funcionalismo, entre eles os da saúde e do Proderj (em greve), da Fazenda, da Justiça, das polícias civil e militar, bombeiros e educação.

Debaixo de um forte sol, a passeata parou inúmeras vezes para denunciar à população o roubo de Pezão, que, segundo os manifestantes, deveria estar preso ao lado de Cabral, em Bangu, pois seriam cúmplices nos crimes contra o estado. A diretora do Sindsprev/RJ Mariá Casa Nova deu a notícia de que, ao contrário do compromisso assumido, Pezão não havia depositado a primeira de nove parcelas de pensões e aposentadorias, nesta quinta-feira.

“É um governador salafrário e desumano. Tenho três safenas, trabalhei durante tantos anos, me aposentei e agora sou tratada com desrespeito, estou sem receber, como milhares de outros aposentados e pensionistas. É um governo sem vergonha!”, criticou.

A passeata chegou ao Palácio Guanabara às 12h04. Dirigentes do Muspe tentaram ser recebidos por Pezão. Até o fechamento desta matéria, (às 13h27 desta quinta-feira), o governador não havia dado uma resposta.






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