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Saúde Estadual  

Servidores do Ary Parreiras protestam contra atrasos de salário

13/02/2017

Servidores do Ary Parreiras protestam contra atrasos de salários e exigem condições de trabalho, durante manifestação em frente à unidade
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Servidores do Instituto Estadual de Doenças do Tórax Ary Parreiras (IETAP), em Niterói, protestaram, na tarde desta segunda-feira 13, contra o atraso de salários e a precariedade das condições de trabalho na unidade. Realizada em frente à entrada principal do Ary Parreiras, a manifestação também foi em repúdio à postura da direção-geral da unidade, que vem marcando falta nos servidores que, devido aos atrasos de pagamento, já não têm mais condições econômicas de se deslocar diariamente ao trabalho.

“A direção do Ary Parreiras está nos impondo faltas totalmente absurdas. Tudo para nos amedrontar, mas nós não vamos recuar da luta pelos nossos direitos.  Por isso decidimos que não voltaremos ao trabalho enquanto o governo do estado não acertar o pagamento dos salários e do décimo-terceiro atrasados. Exigimos um calendário fixo de pagamentos”, afirmou o técnico de enfermagem Roberto Abreu.

Luta contra o pacote de Pezão

Durante a manifestação os servidores fecharam por alguns minutos a rua Luiz Palmier, em frente ao Ary Parreiras, onde abriram uma enorme faixa na qual se lia a frase ‘Estamos em Greve’.

“Nós servidores estamos todos no mesmo barco. Lá na Perícia Médica entramos em greve pelos mesmos problemas que vocês estão vivendo agora, porque o governador Pezão não respeita os nossos direitos, não nos paga salários e décimo-terceiro. Convido todos vocês para o grande ato de amanhã, na Alerj, quando vamos lutar contra o pacote do governador Pezão que tenta nos tirar direitos e contra a privatização da Cedae. Como na saúde, nada do que foi privatizado funcionou para a população. Sabemos que a privatização é o fim do serviço público”, completou Rosimeri Paiva, da direção do Sindsprev/RJ.

‘Temos que nos unir’, diz servidora

Originária do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Saracuruna) e atualmente lotada na Perícia Médica do Estado, a servidora Rejane Guanabara ressaltou a busca da unidade como o caminho para o funcionalismo barrar as medidas do governo.  “Hoje estou aqui no Ary Parreiras em solidariedade aos servidores do Instituto. Temos que nos unir pela volta do nosso calendário de pagamentos, pela implementação do nosso plano de carreiras, pela nossa dignidade, enfim. Tem que haver mais atos como este”, disse.

No Ary Parreiras, a gestão é de responsabilidade da Fundação Saúde do Rio de Janeiro, à qual está ligada metade dos servidores lotados na unidade. A outra metade é de estatutários.

Falta de medicamentos e insumos

“Temos muita dificuldade em relação a medicamentos e materiais de uso hospitalar, que estão em falta. A verdade é que atutalmente o Hospital vive de trocas e doações. Com os salários atrasados, trabalhar para pagar juros. Se a gente não lutar, o governo não vai reconhecer os nossos direitos”, afirmou o farmacêutico Anderson Vieira Loureiro.

No Ary Parreiras funciona um ambulatório para o tratamento de pacientes com tuberculose multirresistente. Atualmente o centro cirúrgico está fechado, segundo servidores.






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