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Saúde Estadual  

Nesta segunda (6/3), servidores do Eduardo Rabello protestam contra transferência arbitrária

03/03/2017

Servidores do Hospital Eduardo Rabello durante protesto contra o sucateamento da unidade, realizado em setembro de 2016
Foto: Mayara Alves

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Servidores lotados no Hospital Estadual Eduardo Rabello (Campo Grande) protestam nesta segunda-feira (6/3) contra a intenção da direção-geral daquela unidade de transferi-los para o Hospital Estadual Anchieta, localizado na zona portuária (Caju). O protesto será realizado em frente à Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), a partir das 10h, na rua México, 128 – Centro, e terá a participação de servidores de outras unidades, como Rocha Faria, Getúlio Vargas e Adão Pereira Nunes, além da Perícia Médica do Estado.

A transferência envolve cerca de 100 servidores do Eduardo Rabello, a maioria estatutários, que já manifestaram o desejo de continuarem naquela unidade e contestam a alegação, apresentada pela direção-geral, de que haveria ‘excesso de funcionários’ no Hospital. “O que existe, de fato, é o sucateamento do Eduardo Rabello, que está levando à desativação de vários setores do Hospital, onde faltam insumos básicos para atender a população. Se a transferência para o Hospital Anchieta se concretizar, isso vai tornar a vida dos servidores do Eduardo Rabello um verdadeiro inferno, como se já não bastassem os atrasos de salários e o fato de eles não receberem vale-transporte. Como eles vão fazer agora para trabalhar no Anchieta?”, questiona Clara Fonseca, da direção do Sindsprev/RJ.

Pró-Saúde fez gestão caótica no Anchieta

A abertura de cerca de 100 vagas no Hospital Estadual Anchieta aconteceu, segundo servidores, devido à saída da Organização Social (O.S.) que faz a gestão daquela unidade, a Pró-Saúde, cuja administração foi marcada por constantes atrasos de salários, faltas de insumos e medicamentos. A saída da Pró-Saúde teria sido determinada pelo Ministério Público Estadual.

Em 17 de fevereiro deste ano, os próprios servidores lotados no Anchieta protestaram contra a gestão da Pró-Saúde, durante manifestação realizada na zona portuária do Rio. “Se for para trocar seis por meia-duzia, que os servidores do Eduardo Rabello permaneçam onde estão, pois o Anchieta também está sucateado e, pior que tudo, fica longe dos locais de moradia da maioria do pessoal lotado no Eduardo Rabello”, explica Clara.

De acordo com determinação da Secretaria de Estado de Saúde e da direção-geral do Eduardo Rabello, os cerca de 100 servidores transferidos deverão se apresentar no Hospital de Anchieta a partir desta segunda-feira (6/3).

“Precisamos reagir em conjunto contra mais esse absurdo. O problema do Eduardo Rabello é de toda a saúde estadual, que vem sendo atacada por esse governo ilegítimo de Pezão (PMDB)”, concluiu Rosimeri Paiva, da direção do Sindsprev/RJ.

 


 






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