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Saúde Estadual  

Nesta quarta (5/4), assembleia dos servidores do Hospital Carlos Chagas

03/04/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Os servidores do Hospital Carlos Chagas farão assembleia nesta quarta-feira (5/3), às 10 horas, no auditório da unidade. Dela vão participar a diretora do Sindsprev/RJ, Rosimeri Paiva e o deputado Julianeli (Rede-RJ), da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), além do diretor do hospital, João Fernandes. Na pauta estão os seguintes pontos: informes gerais, transferência de funcionários e encaminhamentos.

Ainda como parte da luta dos servidores, a Comissão de Saúde convocará o secretário estadual de saúde, Antônio Teixeira, e o próprio diretor, para uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A pauta será a normalização do pagamento de salários, os casos de assédio moral, de transferências e a reivindicação de redução da carga horária enquanto o pagamento não for regularizado, opção que conta com a simpatia do secretário de Saúde.

Negociação

A realização da assembleia foi definida em negociação com o diretor do Carlos Chagas, no último dia 30. Dela participaram Julianeli e Rose que cobraram o fim do assédio moral e das transferências arbitrárias de servidores para outras unidades, que estariam acontecendo, segundo inúmeras denúncias. O gestor negou o assédio, que seria feito através de ameaças de punição e de transferências e de outras formas de tratamento desrespeitoso.

Em relação às transferências, tentou justificá-las afirmando que se deveram ao fato dos servidores atingidos “não terem o perfil” desejado. Rose lembrou que a prática vai contra orientação do secretário estadual de Saúde, Antônio Teixeira, de que as transferências só fossem efetivadas com a concordância dos servidores e discutidas individualmente de modo a não prejudicá-los.

A dirigente e o deputado Julianeli propuseram a realização de uma grande assembleia na qual os próprios funcionários fariam as denúncias ao diretor, já que ele nega o fato. O deputado, que estará presente à assembleia (marcada para 5 de abril, às 10 horas, no auditório da unidade), disse a Fernandes que a Comissão de Saúde convocará o secretário estadual de saúde, Antônio Teixeira, e o próprio diretor, para uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A pauta será a normalização do pagamento de salários, os casos de assédio moral, de transferências e a reivindicação de redução da carga horária enquanto o pagamento não for regularizado, opção que conta com a simpatia do secretário de Saúde.

Assembleia pode decidir pela greve

Logo após a reunião, Rose e Julianelli, fizeram um relato aos servidores do encontro com Fernandes. E dos desdobramentos que inclui a discussão, na mesma assembleia do dia 5, sobre a adesão dos servidores do Carlos Chagas à greve que acontece desde janeiro nos hospitais Ary Parreiras, Azevedo Lima e Eduardo Rabelo.

Rose defendeu que na assembleia seja tomada uma decisão à altura do desrespeito que o governo Pezão e alguns gestores submetem os servidores. “Chega. Mesmo tendo saído no dia 31 a metade do nosso salário, isso não resolve a nossa vida. Queremos a normalização do pagamento e receber o 13º. Trabalhamos sem condições de atender a população com dignidade. Faltam medicamentos, equipamentos de exame, e ainda somos submetidos a assédio e transferências. É revoltante. Os empregados da fundação e da organização social que trabalham aqui (no Carlos Chagas) recebem em dia. Se há dinheiro, por que nós não recebemos? Temos que dar uma resposta forte e conjunta a toda esta situação”, afirmou a dirigente.






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