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Saúde Estadual  

Sindsprev/RJ negocia reversão de faltas indevidas no Hospital Ary Parreiras

29/08/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente e Hélcio Duarte Filho

A diretoria do Sindsprev/RJ esteve reunida, nesta terça-feira (29), com o secretário de Saúde do estado (SES), Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, para, entre outros pontos, defender a reversão das faltas aplicadas durante a greve contra servidores do Instituto Estadual de Doenças do Tórax Ary Parreiras (Ietap), em Niterói. Ele se comprometeu a marcar para o próximo dia 4 de setembro, às 10 horas, uma reunião no hospital para resolver o assunto, da qual devem participar a superintendente de Recursos Humanos da SES, Fátima Matheus, a diretora da unidade, Eliene Denites, e representantes do Núcleo Sindical e da Regional Niterói do Sindsprev/RJ.

Teixeira Júnior sinalizou positivamente à reivindicação dos diretores do Sindsprev/RJ, respondendo que não estava ali para prejudicar ninguém. As faltas foram aplicadas a funcionários que estavam em greve – situação que não era passível de punição, segundo entendimento do Tribunal de Justiça, já que se tratava de paralisação por falta de pagamento – e que, por este motivo, não participavam da acomodação de escala.

Participaram  da reunião, pelo Sindicato, os diretores Rosimeri Paiva, Clara Fonseca, Sebastião de Souza, Pedro Lima e Octaciano Gomes Ramos, além do advogado Roberto Marinho.

Fim da acomodação de escala

Sobre o assunto, o secretário frisou que a acomodação de escala não poderia mais ser feita, já que o governo pagou os atrasados referentes ao salário mensal. Teixeira afirmou ainda que não será mais permitida a acomodação de escalas para os profissionais da Fundação de Saúde, como ocorreu no Ietap.

A acomodação foi uma sugestão feita verbalmente pelo secretário e implantada pelos diretores de certas unidades, pela qual os servidores trabalhavam metade dos plantões, uma forma de compensar os pagamentos atrasados. Mas que de certa forma também enfraquecia a greve, já que os servidores trabalhavam. Os que se mantiveram em greve, especificamente no Hospital Ary Parreiras, foram punidos com o desconto.

Falta de insumos

A diretora do Sindsprev/RJ Rosimeri Paiva cobrou uma solução para a grave crise de falta de insumos nos hospitais. Teixeira disse que, como o estado não tinha crédito, ele usaria o CNPJ da Fundação Saúde para a compra de medicamentos e outros materiais.

Sobre o Curupaiti e Tavares Macedo, disse que iriam entrar em obras, ao final das quais se decidiria se os dois hospitais especializados em hanseníase seriam mantidos assim, ou mudariam para outras áreas. Anunciou ainda cortes nos gastos com organizações sociais.

Os diretores expuseram a posição favorável do sindicato ao concurso e contra as OS, mas defenderam os trabalhadores que trabalham nelas, e que não podem pagar por uma política privatizante e nociva.

PAM Cavalcanti e Coelho Neto

Reivindicaram o vale refeição para os servidores dos PAM Cavalcanti e Coelho Neto, mas Teixeira se posicionou contra a demanda da categoria. Disse ainda que esses dois postos já deveriam ter sido municipalizados e que as unidades da Prefeitura não oferecem refeição para seus servidores. Os dirigentes do sindicato insistiram no direito básico dos trabalhadores ao auxílio-refeição.
 
O sindicato cobrou uma solução para o ar-condicionado do PAM Cavalcanti, assim como da Perícia Médica, que estão quebrados – problema que deve se agravar com o fim do inverno. O secretário se comprometeu a mandar assessoria técnica para consertar os equipamentos.
 
Getúlio Vargas

A direção do Sindsprev-RJ criticou o fechamento de três setores do Hospital Getúlio Vargas – Oftalmologia, Otorrinolaringologia o e Buco-Maxilo –, ocorridos recentemente. O representante do governo alegou que as despesas de manutenção eram grandes demais, para um atendimento que a secretaria considerou reduzido. Disse ainda que houve uma expressiva redução nas despesas da pasta desde que ele assumiu o cargo.

Estado de Greve

Os servidores da saúde estadual fazem nova assembleia geral do setor no dia 21 de setembro, na sede do Sindsprev-RJ (rua Joaquim Silva 98 – Lapa), às 14 horas. A categoria encerrou a paralisação e entrou em ‘Estado de Greve’, podendo voltar a parar caso os salários voltem a atrasar e não haja uma regularização dos pagamentos e do 13º salário.






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