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Saúde Estadual  

Saúde estadual vai participar da luta contra reformas de Temer (PMDB)

22/09/2017


Assembleia da saúde estadual que aprovou a participação da categoria nas atividades do Dia Nacional de Luta contra as reformas trabalhista e previdenciária
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por André Pelliccione

Em assembleia realizada na tarde da última quinta-feira (21/9), no auditório do Sindsprev/RJ, os servidores da rede estadual de saúde decidiram participar das mobilizações nacionais pela anulação da reforma trabalhista e pelo arquivamento da reforma previdenciária. Essas mobilizações serão em breve convocadas a partir de calendário a ser discutido por centrais sindicais, federações, sindicatos e associações de servidores e de categorias da iniciativa privada.

No dia 2 de outubro, às 10h, os servidores da saúde estadual fazem protesto em frente ao PAM Cavalcanti (rua Graça Melo, 640), unidade administrada pelo Estado que encontra-se em situação extremamente precária.

Uma nova assembleia da saúde estadual será realizada dia 11/10, às 15h, no auditório do Sindsprev/RJ (rua Joaquim Silva, 98 – térreo), quando vão decidir sobre uma possível greve por tempo indeterminado, com interrupção na acomodação de escalas, caso o governo Pezão não cumpra a promessa de pagar todos os salários da categoria em atraso.

Precariedade aumenta na rede estadual de saúde

A assembleia foi aberta com informes da situação das principais unidades da rede estadual, da audiência pública realizada na Alerj, dia 18/9, e do julgamento da greve da categoria, no Tribunal de Justiça (TJ-RJ), também ocorrido na mesma data.

“Nossa situação chegou a um ponto insustentável. Enquanto continuarmos improvisando no atendimento à população, usando sacos plásticos para substituir luvas, a nossa situação não vai mudar e os nossos salários continuarão em atraso. Não podemos aceitar migalhas. O governo quer nos destruir, mas para enfrentarmos isso não adianta ficarmos nos zaps. Temos que aumentar a mobilização e por isso estaremos nos atos do dia 2, no PAM Cavalcanti, e nas lutas contra a reforma da previdência”, afirmou a diretora do Sindsprev/RJ Rosimeri Paiva.

A também dirigente do Sindsprev/RJ Clara Fonseca reforçou o chamado à mobilização. “Se não tivéssemos feito greve e nos mobilizado, não teríamos recebido nem o parcelamento dos nossos salários. Por isso é tão importante fortalecermos o nosso sindicato, que representa política e juridicamente a nossa categoria. Quando o PCCS for votado na Alerj, temos que estar todos lá”, completou.

Audiência na Alerj debateu situação da saúde

Realizada dia 18/9, a audiência pública convocada pela Comissão de Saúde da Alerj debateu a situação do setor nas três esferas (municipal, estadual e federal). Questões como a precariedade das redes, a luta contra a privatização e o apoio à regulamentação dos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACEs), entre outras, foram debatidas na audiência, que aprovou a realização de inspeção, nas principais redes, a ser feita pela Comissão de Saúde da Alerj, com acompanhamento de sindicatos, conselhos e associações profissionais.

Quanto ao julgamento da greve da categoria, realizado no mesmo dia 18/9, o Órgão Especial (colegiado) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ) considerou ‘abusiva’ a paralisação. A decisão, no entanto, não impôs qualquer multa ou penalidade ao Sindsprev/RJ ou aos servidores. O Jurídico do Sindsprev/RJ vai recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

“O Sindsprev/RJ é o legítimo representante da nossa categoria. Foi o Sindsprev/RJ que reintegrou um grupo de assistentes sociais ao Hospital Azevedo Lima. E é o Sindsprev/RJ que organiza as nossas lutas. Não podemos depender de deputados ou do governo. É hora de mobilização”, afirmou a servidora Cristiane Dutra, lotada no Azevedo Lima.

Durante a assembleia foi distribuído um abaixo-assinado contra o fechamento da emergência do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).

Os salários continuam atrasados na saúde e em outras categorias do funcionalismo estadual. O governo Pezão (PMDB) só pagou o salário de agosto aos servidores que recebem até R$ 2.050,00 e ainda não pagou o décimo-terceiro de 2016. 






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