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Saúde Estadual  

Privatização afunda hospitais no Rio de Janeiro

08/02/2018

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

A situação extremamente precária de funcionamento dos hospitais do estado, ou que eram do estado, foram entregues à Prefeitura do Rio e depois a “organizações sociais”, comprovam como a privatização só piora as condições das unidades de saúde. Entre os que ainda fazem parte da rede estadual, os hospitais de Saracuruna, Carlos Chagas e Azevedo Lima sofrem com salários atrasados e falta de material. O número de funcionários é insuficiente para atender à população.

Nos que foram municipalizados e em seguida entregues a alguma OS, a situação não é diferente. No Rocha Faria, Albert Schweitzer e Pedro II além dos salários atrasados há dois meses e sem o pagamento do 13º, falta todo o tipo de material (como luvas, gaze e esparadrapo) e medicamentos. “A privatização, como sempre dissemos, não dá certo. A saúde é responsabilidade do estado, precisa ser pública, gratuita e de qualidade para funcionar. Para começar, é preciso fazer as unidades voltarem para as mãos do Estado, e que o governo cumpra a sua obrigação de destinar, como manda a Constituição, no mínimo 12% para a saúde; realizar, urgentemente, um concurso público para sanar a falta de pessoal e aprovar um plano de carreira, cargos e salários para valorizar o servidor”, defendeu a diretora do Sindsprev/RJ, Clara Fonseca.






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