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Saúde Estadual  

Secretário de saúde do estado adia encontro com o Sindsprev/RJ

27/07/2018


Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

A negociação entre o Sinsprev /RJ e o secretário de saúde do estado do Rio de Janeiro, Sérgio D’Abreu Gama, foi adiada para esta segunda-feira (30/7), às 11 horas. A mudança foi solicitada pelo titular da pasta em função de falecimento na família. O encontro estava marcado para o dia 26 último.

Os assuntos em pauta são: fim do assédio moral nos hospitais Azevedo Lima, em Niterói, e Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Ambos tiveram a gestão privatizada. O primeiro foi entregue a uma organização social e o segundo a uma fundação. O assédio vem sendo feito pela gestão destas instituições privadas sobre os servidores.

Outro assunto é a implantação do Plano de Cargos e Remuneração (PCR), aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e transformada em lei. Para entrar em vigor, no entanto, depende de autorização do Conselho Fiscal de Supervisão do Plano de Recuperação Fiscal do estado, assinado entre o governo Temer e o de Pezão, ambos do MDB. Solicitação neste sentido foi encaminhada pelo governador, mas é preciso cobrar o empenho da secretaria de saúde e do governo para que saia uma autorização o mais rápido possível.

Segundo a diretora do Sindsprev/RJ, Clara Fonseca, o PCR não atende à reivindicação original categoria, que é o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), muito superior ao PCR. Por isto mesmo, a dirigente frisou que o PCR não vai representar gasto a mais para os cofres do Rio de Janeiro, já que cabe nos 12% do orçamento, determinado pela Constituição Federal e a do Estado para a área da saúde.

“Portanto, não há qualquer impacto do custeio deste plano aos gastos do governo do estado com o pessoal”, afirmou. Lembrou que, ano passado, inclusive, o governo Pezão desrespeitou o piso constitucional destinando apenas 9% para a saúde. O valor estimado ao PCR não chega a 3%. “Sem contar que este ano o Rio de Janeiro tem dinheiro em caixa, tendo arrecadado duas vezes mais do que no ano passado, muito em função dos royalties do petróleo”, afirmou. Mesmo assim, será difícil obter a aprovação do conselho fiscal.






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