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Saúde Estadual  

Assembleia reverte medidas impostas no Azevedo Lima

04/12/2018

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Os servidores que fazem plantão de 12 por 12 horas saem às 17h30, os de 24 horas, às 18 horas; os que trabalham no Ambulatório encerram o expediente às 17h30, horário de fechamento do setor; e ninguém trabalha nos feriados. As garantias foram dadas pelo diretor do Hospital Azevedo Lima, em Niterói, Rogério Casemiro, durante assembleia na unidade que exigiu a reversão de uma série de medidas impostas pela gerência da enfermagem e pela própria direção do hospital aos servidores estatutários.

A coordenadora do Núcleo Sindical do Azevedo Lima, Cristina Dutra, considerou o resultado uma vitória importante. “Foi boa a iniciativa da direção da unidade e da gerência da enfermagem de virem ouvir as queixas. Ambos constataram que decisões unilaterais, como a imposição da permanência no Ambulatório até as 19 horas e o trabalho nos feriados era descabida e tinha de ser revertida por uma questão de respeito aos profissionais e porque acabava se constituindo em assédio moral”, avaliou Cristina.

O hospital é administrado por uma Organização Social. O diretor do Sindsprev/RJ, Sebastião de Souza, condenou este tipo de gestão por ser prejudicial ao funcionamento dos hospitais e instituída por governos cujos titulares estão agora na cadeia, presos por corrupção, como o ex-governador Sérgio Cabral Filho e o governador Luiz Fernando Pezão. “Para funcionar bem os hospitais têm que ser públicos, com servidores estatutários. O que vemos hoje nas mãos das OS são unidades com graves problemas de atendimento, atraso de salário e falta de material”, afirmou. O Azevedo Lima é administrado pelo Instituto Sócrates Guanaes.

Rosimeri Paiva, também diretora do Sindsprev/RJ, disse que imposições têm que ser encaradas como mecanismos de assédio moral. E pediu que sempre que acontecessem fossem denunciadas ao Núcleo Sindical e ao Sindicato para que fossem tomadas as medidas cabíveis, entre elas a convocação de gestores. Clara Fonseca, igualmente dirigente da entidade, disse que a presença do diretor e da gerente da enfermagem mostrou que o diálogo é importante para resolver pendências graves.






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