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Saúde Estadual  

Assembleia no Hospital Eduardo Rabello apresenta direção da Acentraserj

17/12/2019


Primeira direção da Acentraserj: objetivo é organizar as mobilizações da saúde estadual em todas as unidades

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Em participativa assembleia realizada segunda-feira (16), no auditório do Hospital Estadual Eduardo Rabello, zona oeste do Rio, foi criada a Associação Central dos Trabalhadores da Saúde do Estado do Rio (Acentraserj), com apoio do Sindsprev/RJ. A assembleia — que também discutiu a necessidade de os servidores da saúde estadual lutarem por direitos como PCR e reajuste salarial, entre outros  — foi encerrada com a apresentação da primeira direção da Acentraserj, composta por trabalhadores de diferentes unidades da saúde estadual, de forma a assegurar representatividade. Provisoriamente, a Acentraserj funcionará numa sala cedida pelo Sindsprev/RJ, na rua Joaquim Silva, 98 – 4º andar – Lapa. Também haverá um polo da Associação no Hospital Eduardo Rabello.

“Estamos criando nossa associação para ser uma ferramenta de luta de todos os servidores da saúde estadual. Por isso é importante saber que a Acentraserj não é uma associação apenas dos trabalhadores do Hospital Eduardo Rabello, mas de todos os servidores, em todas as unidades do Estado”, explicou Gilberto Mesquita, ex-dirigente do Sindsprev/RJ e presidente da Acentraserj. Ao fazer um chamamento à filiação dos servidores à Acentraserj, ele explicou o caso dos trabalhadores que já são filiados ao Sindsprev/RJ. “Quem já for filiado ao Sindsprev/RJ poderá se filiar também à Acentraserj, mas não pagará nada de mensalidade porque já contribui com o sindicato. Já os que não são filiados ao Sindsprev/RJ também poderão se filiar à Acentraserj. Todos são bem-vindos”, disse.
 
Vice-presidente da Acentraserj e diretora do Sindsprev/RJ, Clara Fonseca também falou sobre o significado da nova associação. “Hoje estamos aqui para apresentar a associação a vocês, mas também estamos aqui para lembrar que a Acentraserj terá um papel distinto daquele realizado pelo Sindsprev/RJ. Isto porque a associação vai negociar diretamente com os gestores, no interior da rede de saúde, numa relação complementar ao sindicato. A associação vai muito nos ajudar na luta por nossos direitos e por um SUS de qualidade”, afirmou.

Presença de centrais sindicais e Sindsprev/RJ

O lançamento da Acentraserj foi prestigiado por servidores da saúde federal, fundacionistas do Estado, representantes de centrais sindicais e do gabinete da deputada enfermeira Rejane (PCdoB). “A criação da associação é muito importante, até porque precisamos unificar nossas lutas para evitarmos as perdas de direitos que tanto nos ameaçam”, frisou a servidora Joana Darc, presidente da Associação dos Fundacionistas do Estado.

Dirigente do Sindsprev/RJ e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o servidor Jorge Miranda, da Vigilância em Saúde (ex-Funasa), destacou a importância de os trabalhadores se organizarem. “Ao longo da história, vimos o quanto é decisiva a participação dos trabalhadores em sindicatos, associações e centrais sindicais. A luta pela reintegração dos mata-mosquitos da Funasa, por exemplo, só foi vitoriosa porque tinha o efetivo apoio do Sindsprev/RJ e porque tivemos disposição de irmos ao confronto com os governos, realizando nossas mobilizações. O mesmo vale para a saúde do Estado”, ressaltou.

Representando o Departamento de Saúde do Trabalhador do Sindsprev/RJ, a servidora Nelma Barbosa Carius explicou a importância da prevenção a doenças laborais. “Temos organizado uma luta contra o adoecimento no trabalho, em parceria com a Fiocruz, para tratar das questões relacionadas às contaminações por Malathion. Na saúde estadual isto também será muito importante, começando pela criação das comissões internas de saúde do trabalhador. A Acentraserj poderá ter um papel decisivo nesse sentido”, destacou.

Falando em nome da Central Sindical e Popular (CSP) Conlutas, a servidora Maristela Farias fez uma saudação à assembleia, em nome da entidade. “Nossa organização tem que ser sempre independente e deve buscar a unificação das lutas dos trabalhadores. Vejam o que está acontecendo na crise da saúde municipal do Rio, onde o modelo de gestão das ‘organizações sociais’ [OS] está causando desassistência e uma grave crise. Somos contra o modelo das OS, mas somos solidários às lutas dos trabalhadores do município do Rio”, disse ela.

A primeira reunião da direção da Acentraserj acontecerá em janeiro de 2020. Durante a assembleia foi apresentada uma exposição de fotografias dos principais momentos e mobilizações da saúde estadual ocorridos nos últimos 13 anos. 






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