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Após ato contra despejo, comissão formada tentará negociar com ministro do Trabalho

02/03/2018

Nas duas fotos, o ato em frente à SRTE - Niko

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Logo após realizarem um ato em frente à sede do Ministério do Trabalho no Rio, que reuniu servidores do órgão e trabalhadores de outras categorias, as entidades sindicais presentes decidiram formar uma comissão que buscará abrir um diálogo com o próximo ministro da pasta. O objetivo é negociar uma solução para o impasse em torno do despejo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) do prédio da av. Presidente Antonio Carlos, no Centro da capital fluminense. O Sindsprev-RJ participou do protesto e integra a comissão.

A manifestação ocorrida na manhã do dia 28 de fevereiro contestou a tentativa de ‘sucateamento e desmonte’ dos serviços públicos prestados pelo Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão contra o despejo da superintendência do local em que está instalada há décadas, na av. Antonio Carlos. O governo quer transferi-la para um prédio na av. General Justo 275, também no Centro, que, segundo os servidores, não possui as mínimas condições de habitabilidade.

Segundo o servidor do Ministério da Previdência Mariano Maia, que participou do ato, a comissão tentará negociar com o ministro uma solução que permita que a superintendência siga no prédio em que está em duas condições possíveis: por tempo indeterminado ou, ao menos, até que sejam feitas obras de adaptação e conservação no imóvel da General Justo. Nesta segunda possibilidade, a categoria seria consultada após a conclusão das obras.

Na avaliação de Mariano, o ato teve um papel importante para a luta contra o despejo, reuniu algumas dezenas de pessoas, mas ainda não aglutinou a participação e o envolvimento necessários dos trabalhadores para pressionar as autoridades e fazê-las ceder. “Precisamos de mais participação”, disse.

A comissão formada deverá ser composta, entre outras entidades, pelo Sindsprev-RJ, Sinait, Sindicato dos Comerciários do Rio, Sindicato da Justiça (Sindjustiça), Sindicato dos Petroleiros de Caxias, Contag, Associação dos Servidores do Ministério Público, além das centrais sindicais UGT, CTB e CUT.








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