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Geral  

Protestos defendem direitos trabalhistas e previdenciários que Temer quer eliminar

17/08/2016

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Nenhum direito a menos, basta de privatizações. Essas palavras podem resumir o que centenas de manifestantes reunidos em frente à Transpetro, subsidiária da estatal Petrobras, sustentaram no ato que marcou o Dia Nacional em Defesa do Emprego e dos Direitos Trabalhistas e Previdenciários no Rio de Janeiro, realizado em várias cidades do país na terça-feira (16).

Com a cidade repleta de turistas que se deslocavam para as áreas de recreação da Olímpiada, a manifestação voltou a levar às ruas a defesa do “Fora Temer”, governo visto como uma ameaça a direitos históricos dos trabalhadores.

Não faltaram críticas duras ao que representou os anos de gestão petista e da presidente afastada Dilma Rousseff. Mas os representantes das organizações que participaram do ato fizeram questão de ressaltar a necessidade de que se construa um grande movimento que supere as divergências e seja capaz de impedir a avalanche de medidas que retiram direitos que governo interino tenta emplacar. “É um momento de grande gravidade para o nosso país”, disse Natalia Russo, dirigente do sindicato dos Petroleiros do Rio (Sindipetro-RJ), ao fazer um apelo à unidade em torno das questões consensuais, como a defesa de direitos ameaçados, entre os segmentos que atuam nos movimentos sindicais e sociais do país. 

Atos pelo país

O dia nacional de protestos foi convocado por oito centrais sindicais, entre elas a CSP-Conlutas, a Intersindical, a CUT e a CTB. Teve manifestações expressivas em São Paulo, onde alguns milhares foram à avenida Paulista, e em outras cidades do país. Contudo, refletiu também a construção de uma unidade ainda incipiente para combater projetos e propostas que podem decretar o fim de direitos trabalhistas, previdenciários e sociais históricos.

No Rio, o ato aconteceu em frente à subsidiária da Petrobras que está ameaçada de privatização. Por volta das 17h45, os manifestantes deram um abraço simbólico ao prédio, localizado na av. Presidente Vargas, a principal do Centro da cidade, próximo à Igreja da Candelária. A Transpetro é a maior transportadora e distribuidora de combustível do país e está no rol das privatizações já aventadas pelo governo.

O Sindsprev-RJ participou da manifestação. O diretor do sindicato Luiz Fernando, falando do carro de som, defendeu a necessidade de ampliar a mobilização para deter o pacote de medidas que o governo interino tenta aprovar, dando continuidade e aprofundando o ‘ajuste fiscal’ que a presidente afastada Dilma Rousseff já vinha aplicando. “Precisamos criar as condições para convogar uma greve geral neste país em defesa dos direitos dos trabalhadores”, disse.






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