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Geral  

Centrais convocam para 22/9 paralisações contra ataques de Temer aos direitos trabalhistas

16/09/2016

Passeata dos servidores publicos federais com ocupação do Ministério da Previdência Social
Foto: Fernando França

 

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

A CSP-Conlutas e demais centrais sindicais começam a preparar a greve geral em defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários ameaçados pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB-PSDB-DEM). Com esse objetivo, covocam todas as categorias a participar das atividades do próximo dia 22/9, para quando estão previstas paralisações e protestos de rua convocados pelos servidores federais; e no dia 29, dia nacional de greve convocado pelos metalúrgicos, mas que já conta com a adesão de outros setores. Nessas datas os servidores públicos farão protestos, atos e paralisações em todo o país contra a retirada de direitos, o ajuste fiscal e pelo Fora Temer.

A participação dos servidores públicos federais nessas duas datas foi definida na reunião ampliada do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), realizada no último dia 14, em Brasília. A atividade encerrou as mobilizações da categoria na Jornada de Lutas em Brasília (de 12 a 14/9), que contou com uma importante manifestação em frente ao Congresso Nacional, no primeiro dia, e, na terça (13), uma grande marcha na Esplanada dos Ministérios, que reuniu mais de 10 mil manifestantes. Essas atividades foram contra o PLP 257, a PEC 241, as reformas da previdência social e trabalhista e para exigir o Fora Temer.

Mais uma vez, os empresários, banqueiros e  governos, comandados pelo governo golpista de Temer, querem jogar a crise da economia nas costas dos trabalhadores. Quando a economia cresce, os lucros ficam com as grandes empresas e os bancos. Quando vem a crise, ela é atirada nas costas dos trabalhadores: é sobre eles que recaem o desemprego, a eliminação de direitos, o arrocho dos salários. As mobilizações nacionais e a greve geral têm como objetivo barrar essa política.

Greve geral

A CSP-Conlutas há muito defende a mobilização unificada, como preparação da greve geral, entendendo ser esta a forma mais eficaz de lutar em defesa dos direitos dos trabalhadores. A central defende também a luta pelo Fora Temer e os corruptos e reacionários do Congresso. “É hora de unir forças contra a reforma da previdência, a reforma trabalhista, o desemprego e a terceirização”, afirma a Conlutas em documento.

Já os metalúrgicos de todo o país, em reunião de seus sindicatos, federações e confedeção, realizada dia 8/9, em São Paulo, decidiram por uma greve nacional da categoria, apontando para a participação de outras categorias na paralisação. Os metalúrgicos aprovaram documento em que explicam os motivos do movimento: ”Não aceitaremos as mudanças na Previdência Social que vêm sendo anunciadas pelo governo federal. Nem as mudanças que querem fazer nas leis trabalhistas, fazendo prevalecer o negociado sobre o legislado, outros tipos de contrato de trabalho, a eliminação de direitos. Precisamos de mais direitos e não menos”. O documento frisa ainda que “o Brasil precisa acabar com a terceirização e não generalizá-la como pretende o governo e o PLC 30/15. Queremos emprego decente, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, para gerar mais empregos, e a manutenção da NR12”.



Servidores da seguridade e seguro social durante protesto contra reformas, em Brasília
Foto: Fernando França






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