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Geral  

Acordo de Pezão e Temer prejudica serviço público e população, afirmam servidores

12/01/2017

Manifestação em frente ao Tribunal de Justiça do Rio, nesta quinta-feira (12) - crédito: Arquivo Pessoal/Reprodução/Facebook Cíntia Teixeira

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

 
O acordo que o governador Luiz Fernando Pezão e o presidente Michel Temer, ambos do PMDB, tentam selar com aval do Supremo Tribunal Federal prejudicará muito os serviços públicos e a população, caso seja de fato concretizado. É o que afirmaram servidores que participaram das três manifestações realizadas  quinta-feira (12), em pontos distintos da capital fluminense, das quais o funcionalismo estadual participou. Servidores da saúde estadual estiveram presentes nas atividades.
 
“[Esse acordo] prevê uma contrapartida do estado, que nada mais é que o retorno do pacote em fevereiro. Só que o Pezão vai ter em mãos um acordo com o STF que ele vai ter que cumprir e vai passar para a Alerj a responsabilidade de ‘salvar’ as finanças do estado”, disse o servidor do Tribunal de Justiça Paulo Roberto, enquanto transcorria manifestação em frente ao Fórum, no Centro do Rio, na qual a ‘omissão’ da Presidência do tribunal diante das ilegalidades praticadas pelo governo estadual foi criticada. “Esse pacote já vem com diminuição da carga horária e consequente redução dos salários, aumento do desconto previdenciário, privatização da Cedae, e outros atos que o governo vai ter que praticar que vão prejudicar só a população e o servidor público", afirmou.
 
O protesto em frente ao Tribunal de Justiça havia sido convocado inicialmente pelo sindicato da categoria, mas acabou ganhando a adesão de outros setores. Durante a atividade, os servidores debateram a greve do setor, que já atinge a marca de 70 dias e foi iniciada em outubro endo como principais motores o desrespeito à data-base por dois anos consecutivos e reivindicações referentes ao plano de carreira.
 
Com os atrasos nos salários de outros segmentos do funcionalismo estadual e o pacote de projetos enviado pelo governador à Assembleia Legislativa, a pauta da greve foi ampliada e agregou forças em atos conjuntos de todo o funcionalismo. Pouco antes, servidores haviam protestado em frente ao Ministério Público Estadual, na av. Marechal Câmara, quando repudiaram o que qualificam como omissão vergonhosa do procurador-geral do Estado, Marfran Vieira, diante das denúncias apresentadas contra o governador Luiz Fernando Pezão – entre elas algumas movidas pelo Sindsprev-RJ, que participou da atividade.
 
As manifestações desta quinta-feira (12) começaram, pela manhã, com um ato que uniu estudantes, professores, técnicos-administrativos e ex-alunos da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) em frente ao Hospital Universitário Pedro Ernesto, na av. 28 de Setembro, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Cartazes erguidos por estudantes expunham críticas ao governador por abandonar a universidade e afirmavam que a Uerj não pode fechar. Cerca de 350 manifestantes participaram do protesto, no qual o acordo que está sendo negociado entre os governos estadual e federal também foi criticado. Após passeata pelas ruas de Vila Isabel e do Maracanã, a atividade foi encerrada em frente ao campus da universidade.
 
A Uerj passa pela pior crise de sua história devido aos cortes orçamentários. O hospital universitário, que possui capacidade para 550 leitos, teve o quantitativo em atividade reduzido no início do ano para apenas 92 leitos.






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