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Geral  

Rio ‘abraça’ Uerj nesta quinta contra desmonte da educação pública

19/01/2017

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

A população do Rio está sendo convocada a ‘abraçar’ a Uerj na tarde desta quinta-feira (19). A ideia dos organizadores do ato – que i9nclui ex-estudantes da instituição – é fazer do abraço simbólico previsto para começar às 15 horas, no campus do Maracanã, uma expressiva declaração de defesa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e de repúdio à política de 'ajuste fiscal' adotada pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). O governo vem cortando o orçamento das instituições de ensino superior do Estado de forma que praticamente inviabiliza o funcionamento da Uerj, da Uezo (Zona Oeste) e Uenf (Norte-Fluminense).

A manifestação coincide com o dia em que os governos estadual e federal pretendem fechar o chamado acordo de recuperação fiscal, que suspende por três anos o pagamento da dívida do estado com a União. A proposta em negociação, porém, resgata as medidas que atingem direitos dos servidores públicos e restringem serviços públicos prestados à população. Há ainda o risco de redução proporcional de salários e jornadas de trabalho, além da privatização da Cedae, estatal responsável pela água e esgoto.

Ato no Palácio Guanabara

Protesto realizado na quarta-feira (18), com caminhada do Largo do Machado até o Palácio Guanabara, sede do governo estadual, defendeu a Uerj e criticou o que está acontecendo com as universidades. Em cartazes levados ao ato, do qual participaram principalmente estudantes, os manifestantes ressaltaram a ‘resistência’ às medidas do governo e rejeitaram a ‘conta da crise’. “Pezão, essa crise não é nossa”, dizia um dos cartazes expostos.

Assembleia professores

Assembleia dos professores da Uerj, que reuniu cerca de 500 pessoas na tarde da quarta (18), aprovou por ampla maioria a manutenção do ‘estado de greve’, reforçou a necessidade de ampliar a mobilização e marcou novo encontro para o dia 23 de janeiro –  tendo em pauta a proposta de greve. Os docentes defenderam, ainda, quer a Reitoria convoque uma Assembleia Universitária, com participação do governador, para que ele preste esclarecimentos a estudantes e servidores.






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