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Protesto enfrenta repressão até o fim de sessão da Alerj, que pode votar Cedae dia 14/2

09/02/2017

Manifestação do funcionalismo estadual em frente à Alerj, na quinta-feira (9)
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Em um dia marcado pela resistência de servidores e trabalhadores da Cedae à repressão policial, a Assembleia Legislativa do Rio adiou a votação do projeto que privatiza os serviços de água e esgoto do Rio para a próxima terça-feira, 14 de fevereiro.

O Centro do Rio viveu um dia de protestos desde a manhã desta quinta-feira (9). Por volta das 10 horas, manifestantes se reuniram na Candelária para fazer um ato em defesa das universidades públicas estaduais – cujo funcionamento está comprometido diante dos cortes orçamentários. Os participantes saíram em passeata até a Assembleia Legislativa, próximo à Praça XV, para se juntar ao protesto conjunto do funcionalismo estadual. Milhares de pessoas, a maioria trabalhadores da Cedae, se concentraram em frente ao Palácio Tiradentes, sede do legislativo fluminense, cercado por grades e forças policiais. Servidores da seguridade social e da saúde participaram.

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O primeiro ataque da polícia contra os manifestantes ocorreu por volta das 15h30. Daí em diante, o ato foi algumas vezes dispersado, mas os trabalhadores e estudantes não demoravam em se reaglutinar. A ação da Tropa de Choque, no entanto, acabou refletindo em uma extensa área do Centro da cidade. As avenidas 1º de março e Rio Branco ficaram interditadas até a noite. Bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral explodiam em vários pontos da cidade. Grupos de manifestantes respondiam com pedras. Pelo menos uma loja de roupas acabou saqueada.  Feridos foram levados para o Hospital Souza Aguiar, entre eles um estudante secundarista de 18 anos alvejado por uma bala de borracha da polícia, que teria atingido seu estômago e intestino. O jovem foi submetido a cirurgia, mas, até o fechamento deste texto, não havia informações sobre seu estado.

Nova manifestação está sendo convocada para a terça-feira (14), quando servidores e trabalhadores da Cedae prometem ocupar o Centro do Rio para tentar deter a privatização da estatal e contestar o pacote de medidas que o governador Luiz Fernando Pezão, cujo governo é contestado nas ruas e na Justiça, tenta aprovar na Alerj e que pode, na prática, reduzir as remunerações do funcionalismo estadual.






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