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Geral  

‘Fora Temer’ ecoa na Rio Branco no ato contra PEC da Previdência e terceirização

31/03/2017

Manifestação no Centro do Rio, nesta sexta-feira (31): 'esquenta' para a greve geral
Foto: Niko

 

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho (texto) e Niko (foto)

Pela manhã, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou pesquisa de opinião, contratada ao Ibope, que aponta que apenas um em cada dez brasileiros considera boa a gestão do governo federal. Ao final do dia, no Centro do Rio, no ato contra as reformas e a terceirização irrestrita, a palavra de ordem mais cantada foi “Fora Temer”. A preparação da greve geral, convocada pelas centrais sindicais para 28 de abril, foi outro ponto muito ressaltado nos discursos feitos do carro de som.

Servidores do seguro social e da seguridade social compareceram ato. Profissionais da saúde criticaram a situação do setor e as políticas que privatizam os hospitais. O Sindsprev-RJ participou e levou faixas para a manifestação, decorrente de uma articulação nacional que se reproduziu provavelmente em todas as capitais e em outras cidades. O combate à reforma Trabalhista e ao projeto aprovado na Câmara que permite a terceirização de todos os postos de trabalho também foram bandeiras destacadas pelos manifestantes. O projeto foi sancionado pelo presidente Michel Temer (PMDB) naquela mesma noite.

Entre seis mil e oito mil estiveram no ato, na avaliação da reportagem. Mas houve quem calculasse em mais de dez mil participantes. A coordenação do ato não divulgou números. A manifestação foi convocada por centrais sindicais, movimentos sociais e de direitos humanos, sindicatos, frentes políticas e partidos. Em 25 dias, foi a terceira organizada nacionalmente tendo como pauta central a luta contra a reforma da Previdência.

O protesto começou na Candelária, percorreu cerca de 1,5 quilômetro na av. Rio Branco, ocupando todas as pistas, e terminou na Cinelândia. O serviço do VLT (bonde) acabou interrompido pela Prefeitura por pelo menos duas horas.

O protesto iniciado na Candelária e que percorreu a av. Rio Branco até a Cinelândia também teve o combate à reforma Trabalhista e ao projeto aprovado na Câmara que permite a terceirização de todos os postos de trabalho como bandeiras destacadas pelos manifestantes.

Referências aos desaparecidos e mortos na ditadura militar instalada no país por 21 anos após o golpe de 1964 e a vítimas recentes da violência policial foram levadas ao protesto por organizações de direitos humanos. A data 31 de março é considerada pelos militares que tomaram o poder em 1964 a de deposição do então presidente João Goulart, mas há historiadores que afirmam que isso na verdade só ocorreu em 1º de abril, quando se celebra o Dia da Mentira.

Manifestantes também carregavam cartazes com imagens de deputados federais que votaram contra os trabalhadores, ao aprovar o projeto que libera a terceirização até na atividade-fim de uma empresa ou administração pública. Entre eles, os dos deputados Rodrigo Maia (DEM), que preside a Câmara, e Júlio Lopes (PP), ex-secretário de Transportes do Rio. Também não foram poucas as críticas ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e ao presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB). “Fora Pezão” e “Fora Picciani” foram palavras de ordens muito frequentes ao longo do protesto.







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