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Geral  

Milhares vão às ruas e exigem o fim do governo Temer e das reformas

19/05/2017

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Menos de 24 horas separam a revelação de que o presidente do país comprou o silêncio e impediu a temida delação do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha da manifestação que levou milhares de pessoas às ruas do Centro do Rio de Janeiro, ao fim da tarde e primeiras horas da noite da quinta-feira (18). Como em nenhuma outra manifestação na capital fluminense, a palavra de ordem “Fora Temer” ecoou forte na av. Rio Branco e na Cinelândia, tradicional praça de atos políticos da cidade. 

Assim como no Rio, manifestações foram realizadas em cidades de todo o país e provavelmente em todas as capitais. Elas foram as primeiras respostas às denúncias que encurralaram o governo e exigiram o fim do governo de Michel Temer e das reformas da Previdência e trabalhista. O Sindsprev-RJ e servidores da Saúde e da Previdência Social participaram do protesto, convocado pelas centrais sindicais e sindicatos, movimentos sociais, frentes políticas e outros segmentos da sociedade civil.

A Procuradoria-Geral da República afirma que Michel Temer autorizou a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). O presidente nega, mas áudio com ele próprio divulgado pelo Supremo Tribunal Federal diz o contrário.

Repressão

O protesto começou na Candelária, onde desde o final da tarde trabalhadores e estudantes se concentravam para o ato, percorreu a av. Rio Branco e terminou, antes da hora, na Cinelândia. Isso porque a Polícia Militar voltou a agir violentamente contra manifestantes, lançando bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo de modo indiscriminado sobre a multidão. A violência foi repudiada pelos manifestantes, que defenderam o fim da Polícia Militar e reforçavam os gritos de "Fora Temer" sempre que a ação da polícia se acirrava.

Apoio

Ao cruzar a av. Rio Branco, em ritmo lento, que durou mais de uma hora, a manifestação foi saudada dos prédios com papel picado em vários momentos. Quando isso acontecia, os manifestantes festejavam. "Demos uma demonstração de força, foi um ato convocado da noite para o dia", disse o professor universitário Antonio Estosito, que defendeu a continuidade da mobilização não só para derrubar o governo como as reformas constitucionais que retiram direitos históricos dos trabalhadores.

No dia 24 de maio, haverá uma marcha a Brasília, convocada pelas centrais e movimentos sociais, que defenderá a mesma pauta. O Sindsprev-RJ participará.






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