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Geral  

Atraso de salários não é ‘mero aborrecimento’. É uma ameaça à dignidade do funcionalismo estadual

18/07/2017

Secretaria de Gênero, Raça e Etnia do Sindsprev/RJ


Por meio de sua Secretaria de Gênero, Raça e Etnia, o Sindsprev/RJ manifesta seu total repúdio à atitude insensível e desrespeitosa de parte do Poder Judiciário do Estado do Rio, especificamente os Juizados Especiais Fazendários do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), que vêm classificando de ‘meros aborrecimentos’ as ações por danos morais movidas por servidores públicos estaduais em função do atraso nos salários.

Em suas decisões negando os pedidos de indenização aos servidores, os Juizados Especiais do TJ-RJ afirmam que os atrasos de salários ‘não caracterizam vexame, sofrimento ou humilhação e que não interferem no comportamento psicológico dos servidores”.

É muito fácil, para representantes do Poder Judiciário que estão com seus salários em dia, classificar de ‘mero aborrecimento’ o drama social vivido por quase 300 mil servidores públicos estaduais e suas famílias. Servidores que só recentemente receberam o salário de abril (estamos quase em agosto) e que até hoje ainda não sabem quando receberão o décimo-terceiro de 2016. Servidores que também não sabem quando terão regularizada sua situação salarial, passando assim por inúmeros e diversos constrangimentos em suas vidas pessoais e profissionais.

É uma vergonha que o Judiciário do Estado do Rio minimize uma situação tão absurda e inaceitável como a atualmente vivida pelo funcionalismo estadual. Que seja tão preconceituoso em relação a trabalhadores que dependem unicamente de seu salário para sobreviver.






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