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Geral  

Sindsprev/RJ participa do Dia Nacional de Doação de Órgãos

27/09/2017


Profissionais de saúde do INC, transplantados e familiares posam para foto durante a campanha no Largo do Machado
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Nesta quarta-feira (27/9) atividades em todo o país marcaram o Dia Nacional de Doação de Órgãos. No Rio de Janeiro, o Sindsprev/RJ apoiou e participou da campanha de conscientização sobre a importância da doação, no Largo do Machado, organizada pelo Instituto Nacional de Cardiologia, hospital do Sistema Único de Saúde (SUS), e pela Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro. O INC é o hospital público com capacidade técnica para fazer este tipo de cirurgia de alta complexidade. Além dele, apenas dois particulares prestam este serviço no Rio de Janeiro.

Transplantados e familiares, além de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem participaram do evento, além de Vera Pedro, dirigente da Regional Sul do Sindsprev/RJ. “Esta campanha é fundamental porque presta informações sobre como funciona o sistema de transplantes no país, e como ele pode salvar milhares de vidas”, explicou Vera.

Família pode autorizar

“Seja um doador de órgão, fale com a sua família” foi o tema da campanha deste ano. O enfermeiro Filipe Reis, que trabalha no setor de transplantes do INC, explicou que não necessariamente o doador precisa ter autorizado em vida, com registro em cartório, a doação dos órgãos em caso de falecimento. “Para que os órgãos possam ser doados, tem que haver autorização da família, a partir da morte cerebral do paciente. O passo seguinte é o hospital entrar em contato com o Programa Estadual de Transplante (PET) pelo telefone 155. O PET faz contato com a equipe de resgate que tem no máximo quatro horas para fazer chegar o material até quem vai receber o transplante”, explicou. Filipe acrescentou que existe uma fila de transplantes e logo que se constata a compatibilidade, os órgãos são levados.  

A campanha de conscientização é fundamental para explicar detalhadamente a lógica da doação, já que a morte de um parente é o pior momento para uma família. “É preciso explicar que a partir da morte cefálica, não há possibilidade de retorno para o paciente e que existe um certo tempo para decidir sobre a doação que pode salvar várias vidas, de pessoas que precisam de um coração, de um rim, de um fígado”, frisou Filipe.

Marco Antônio dos Santos recebeu um rim em 17 de junho de 2011. Ele trabalha no Setor de Transplantes do INC. Na atividade do Largo do Machado, recitou um poema que incentiva as pessoas a doarem seus órgãos para salvar vidas. Já Ivonete Balthazar, recebeu o coração do técnico da seleção alemã de canoagem slalom que competiu nas Olimpíadas do Rio e teve morte cerebral após um acidente em um táxi. O alemão Stefan Henze foi medalhista de prata na modalidade na Olimpíada de Atenas. Ivonette precisou de um coração novo após sofrer um infarte que deixou sequelas. “Só tenho a agradecer à família de Stefan que veio ao Rio e autorizou a doação. E nós brasileiros, muitas vezes, não fazemos isto. Este é o motivo da campanha de hoje”, afirmou.






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