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Geral  

Debate aponta urgência de luta contra reformas de Temer (PMDB)

02/10/2017

 

 

 

 

 

Debate no Sindsprev/RJ apontou urgência de se retomar as mobilizações contra reformas impostas pelo governo Temer (PMDB)
Foto: Niko

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Com boa participação de servidores da base da seguridade e do seguro social, foi realizado na última sexta-feira (29/9), no auditório do Sindsprev/RJ, o debate ‘Reformas Trabalhista e Previdenciária – retorno à escravidão?', promovido pela Secretaria de Organização do sindicato.

O evento contou com a presença do deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ), que compôs a mesa principal junto com Pedro Lima (dirigente da Fenasps e do Sindsprev/RJ) e Luiz Fernando Carvalho (dirigente do PSTU). A mediação esteve a cargo de Ivone Suppo, diretora da Secretaria de Organização do Sindsprev/RJ. Convidados, os deputados Flávio Serafini (PSOL-RJ) e Gilberto Palmares (PT-RJ) não compareceram nem enviaram representantes.

“Sabemos que a reforma trabalhista foi aprovada no Congresso Nacional, mas isto não significa que não continuaremos a combatê-la, até porque o governo Temer (PMDB) também quer aprovar a reforma previdenciária. Temos que nos mobilizar contra a retirada de direitos. Esse é o caminho”, afirmou Ivone Suppo, na abertura do debate.

Representando o PSTU, Luiz Fernando Carvalho destacou alguns aspectos da atual conjuntura. “O governo quer reformar a previdência exatamente porque ela é superavitária, pois conta com outras fontes de receitas além das contribuições de trabalhadores e empresas, como a Cofins e os prognósticos de loterias. As reformas nada mais são do que a tentativa do grande capital de aumentar a exploração sobre a classe trabalhadora. Temos que combater isto, apesar do recuo promovido por CUT e Força Sindical, mas também temos que apresentar uma alternativa aos trabalhadores, superando o corporativismo”, disse.

Em sua fala, Alessandro Molon frisou os desafios da atual conjuntura para a população. “Vivemos um momento de regressão, com o governo Temer fazendo o serviço sujo de cortar o máximo de direitos da classe trabalhadora. Um governo cada vez mais impopular. Esse papo de que a reforma trabalhista vai reduzir o desemprego sempre foi balela, sempre foi mentira. Quanto à reforma da previdência, o objetivo é mesmo atingir os mais pobres, justamente aqueles que recebem até um salário-mínimo. Precisamos nos mobilizar agora para que a segunda denúncia contra Temer seja aprovada no Congresso”, afirmou.

Falando em nome da Fenasps, Pedro Lima também ressaltou a necessidade de mobilização urgente. “Existe uma apatia neste momento, mas é por isso mesmo que devemos ter energia redobrada e ocupar as ruas novamente para exigir a manutenção dos nossos direitos. Precisamos retomar as marchas e atos unificados contra as políticas do governo Temer, dos governos estaduais e prefeituras”, completou.

O debate teve por objetivo qualificar a militância da seguridade e do seguro social para a luta pela anulação da reforma trabalhista e pelo arquivamento definitivo da reforma previdenciária.

Debate teve boa participação de servidores da base do Sindsprev/RJ
Foto: Niko

 






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