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Geral  

Enfermagem vai às ruas contra decisão que cerceia trabalho da categoria

17/10/2017

Manifestação em Botafogo contra as restrições das atribuições das enfermeiras e enfermeiros - Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

Trabalhadores da área da Enfermagem foram às ruas da Zona Sul do Rio, nesta segunda-feira (16), para protestar contra a decisão judicial, em ação movida pelo Conselho Federal de Medicina, que limita radicalmente a abrangência do trabalho da categoria no tratamento de pacientes.

O ato ocorreu na Praia de Botafogo, num protesto em frente ao Conselho Regional de Medicina (Cremerj) e que percorreu algumas ruas do bairro. Vestindo preto, a manifestação encontrou o local com as portas cerradas. As entidades presentes, entre elas o Sindsprev-RJ e a Casa de Parto, e a deputada estadual Enfermeira Rejane solicitaram, em vão, uma reunião com o presidente do conselho. Por meio de assessores, ele alegou não haver nada marcado e disse que só poderia conversar com os manifestantes em outra data.

Para a servidora Clara Fonseca, da direção do Sindsprev-RJ, a decisão judicial, baseada na lei do Ato Médico, é um ataque não só a categoria, mas também ao Sistema Único de Saúde. “Essa decisão nos impede de fazer quase tudo, é um ato arbitrário contra a Enfermagem que na prática inviabiliza o SUS”, disse.

A decisão da Justiça Federal suspende parcialmente a Portaria nº 2.488 de 2011, no item em que permite ao enfermeiro requisitar exames. A liminar do CFM atinge todo o Sistema Único de Saúde, inclusive a Atenção Básica.

O Conselho Federal de Medicina divulgou nota na qual alega que a liminar judicial “proíbe enfermeiros de unidades públicas de saúde de fazer diagnósticos e solicitar exames” e que não prejudica a assistência oferecida pelos programas.

Os manifestantes que foram às ruas de preto nesta segunda não concordam e pretendem dar continuidade à mobilização para derrubar a decisão. Novo protesto está marcado para 21 de outubro, a partir das 10 horas, em frente à Casa de Parto David Capistrano, em Realengo, uma das instituições mais atingidas pela decisão.






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