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Geral  

Ato na Uerj lança Frente em Defesa das Instituições Públicas de Ensino Superior

20/10/2017


Após ato na Concha Acústica da Uerj, servidores saem em passeata nas imediações da universidade, sendo reprimidos pela PM
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

O futuro das universidades públicas e de quaisquer outros serviços públicos será sombrio caso não haja uma reação unificada, organizada e urgente do conjunto do funcionalismo das três esferas de governo, em aliança com outros setores da sociedade. Essa avaliação esteve presente no discurso de boa parte dos oradores que falaram no ato de lançamento da Frente Nacional em Defesa das Instituições Públicas de Ensino Superior. O Sindsprev-RJ apoia a iniciativa.

O ato transcorreu na Concha Acústica da Uerj, na ensolarada tarde da quinta-feira (19), de onde os participantes saíram em passeata até o Instituto Federal do Rio de Janeiro (Iferj), percorrendo e bloqueando parte da Radial Oeste, no sentido Centro – onde a manifestação acabou sendo reprimida com bombas de gás lacrimogênio, por policiais militares que se encontravam no local.

Antes disso, dentro das dependências da Uerj, o ato de lançamento da frente propôs somar forças numa grande mobilização unificada para deter o processo de desmonte, precarização e privatização das universidades e dos institutos públicos do ensino superior.

A professora Eblin Farage, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes (Andes-SN), abriu a atividade de lançamento da frente, e destacou a necessidade de construir a unidade com base a um calendário de lutas que conteste as reformas e os projetos do governo de Michel Temer para os trabalhadores e as universidades, a pesquisa, a Ciência e Tecnologia e o conjunto dos serviços públicos. "Precisamos organizar um calendário de lutas no qual no dia 25 as mulheres [ocupem] as ruas, que no dia 27 sejam os servidores públicos, para que a gente culmine no dia 10 de novembro num grande dia de lutas, com greves e paralisações", disse.

O ato marcou, ainda, o lançamento do manifesto da frente – distribuído no local e na passeata realizada em seguida. O documento começa alertando para a ameaça que paira sobre o setor – "a educação pública, em seus diferentes níveis, vem recebendo intensos ataques no sentido da desestruturação do seu caráter público, gratuito, laico e socialmente referenciado". E termina ressaltando a necessidade de deter esse processo: "Nossa tarefa é fazer reverberar a luta em defesa das instituições públicas de ensino superior em todas as regiões, criando frentes estaduais conjuntas com todos os níveis da educação pública, pois a luta é a mesma!".

Concha acústica lotada em defesa da universidade pública (Foto: Niko)






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