Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Geral  

Com ajuda da PM, Alerj aprova soltura de Picciani, Paulo Melo e Albertassi

17/11/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Foto: Niko

Ação truculenta da PM com bombas de gás e tiros deixou feridos e ar irrespirável

Por 39 votos a favor, 17 contra e uma abstenção, o plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, na tarde desta sexta 17, o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) daquela casa, ordenando a soltura dos deputados Jorge Picciani (PMDB), Paulo Melo (PMDB) e Edson Albertassi (PMDB), acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de corrupção, lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas no âmbito do legislativo. O resultado da votação no plenário anula, em tese, decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª região (TRF-2), que, na última quinta-feira 16, ordenou a prisão dos três parlamentares, a  pedido do MPF.

Alerj votou sob clima de forte tensão

A votação desta sexta-feira ocorreu sob clima de forte tensão, com a Alerj cercada por grades e pela tropa de choque da PM, que chegou a estacionar um carro blindado ao lado das escadarias do Palácio Tiradentes. Tudo para impedir que cerca de 4 mil trabalhadores ocupassem as galerias da Alerj para acompanhar a sessão.

Com faixas e cartazes pedindo ‘Picciani na cadeia’ e ‘Fora PMDB’, os manifestantes expressaram sua indignação com a tentativa da Alerj de garantir a impunidade dos acusados. “O dia de hoje é muito importante porque mostra que o castelo do PMDB está caindo. Primeiro foi o Cabral. Agora tem que ser o Picciani, o Paulo Melo e o Albertassi. Depois o Pezão”, afirmou a servidora Bárbara, da educação estadual, antes de a votação ser iniciada no plenário da Alerj.

PMs agridem trabalhadores com bombas e tiros

Por volta de 15h30, servidores anunciaram a concessão de liminar judicial que supostamente permitiria o ingresso dos trabalhadores nas galerias da Alerj. Cerca de 20 minutos após o anúncio da liminar, no entanto, PMs começaram as agressões, jogando bombas de efeito moral e disparando tiros de balas de borracha contra os manifestantes, que se dispersaram pelas ruas no entorno da Alerj.

“Nós estamos vendo aqui a irresponsabilidade desse comandante [da PM] ao reprimir o ato. Tudo para defender um bandido como Picciani”, protestou Ronaldo Moreno, assessor do Sindipetro-RJ.

Da manifestação desta sexta 17 na Alerj participaram representantes de CSP Conlutas, CUT, CTB, Movimento SOS Emprego, Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), Sindipetro-RJ, Sindsprev/RJ, Sepe-RJ, Sindjustiça-RJ, Fist, trabalhadores da Cedae e servidores públicos estaduais da saúde, educação, segurança e universidades públicas.

Picciani, Paulo Melo e Albertassi são investigados pela Operação Cadeia Velha, da Polícia Federal. Segundo as investigações conduzidas pelo MPF, Picciani aumentou seu patrimônio em 6.367,9% nos últimos 20 anos.
gações.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec