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Geral  

Dia 4/2, ato contra os abusivos aumentos da Geap

24/01/2018

 

 

 

Ato contra abusivos aumentos da Geap realizado em 2017
Foto: Mayara Alves

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

O Fórum de Qualidade de Vida/GT/Aposentados do Sindsprev/RJ vai realizar ato público no próximo dia 4/2, a partir das 9h, em frente ao Copacabana Palace. O objetivo é denunciar os abusivos aumentos no custeio do plano Geap-Saúde. O mais recente desses aumentos, previsto para entrar em vigor a partir de 1º de fevereiro, será de 19,94%, incidindo, além do Geap-Saúde, sobre os planos Geap-Referência, Geap-Essencial, Geap-Clássico e Geap-Família. O índice é quase 10 vezes superior à inflação acumulada nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 2.06%. Em 2017, o aumento do Plano Geap Saúde foi de 23,44%, gerando inúmeras ações judiciais, como as da Fenasp e do Sindsprev/RJ, questionando o reajuste.

“Este aumento absurdo e abusivo vai provocar uma expulsão ainda maior de segurados do Plano Geap Saúde. São pessoas que não terão como arcar com esse custeio. Pessoas que contribuíram durante muitos anos para a existência da Geap. Precisamos reagir”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ e representante dos servidores no Conselho Administrativo da Geap, Luiz Henrique dos Santos.

Atos e mobilizações nacionais

Além da manifestação no Rio de Janeiro, o Fórum de Qualidade de Vida e o Sindsprev/RJ querem que a Fenasps e sindicatos filiados organizem mobilizações nacionais contra os abusivos aumentos, mas também debatendo outras questões de interesse dos segurados da Geap, segundo os debates já travados nos encontros nacional e estaduais de aposentados. Outra proposta é unificar as mobilizações com as lutas contra os abusivos aumentos na CapeSespe.

“Os aumentos abusivos só vão acabar quando a Geap não for mais administrada como um plano privado de saúde, quando a Geap for um plano autogestionário, dotado de rede própria e sujeito ao efetivo controle social por parte de seus segurados”, explica Crispim Wanderley, do Fórum de Qualidade de Vida.






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