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Geral  

Cai por terra mais uma tentativa de dividir a base da Saúde Federal no Rio

07/04/2018

Da Redação do Sindsprev/RJ

O Diário Oficial da União (D.O.U.) da última sexta-feira (6/4) trouxe em suas páginas a publicação do indeferimento, por parte do Ministério do Trabalho, do registro do Sindsaferj, o pretenso “sindicato dos trabalhadores e servidores públicos federais das instituições de saúde no estado do Rio de Janeiro”.

A fracassada criação do referido sindicato se deu por iniciativa de um grupo dissidente da direção do Sindsprev/RJ, que, de forma oportunista e sem qualquer tangência com os métodos da democracia operária, pretendia dividir a base da saúde federal, que se organiza desde o início da década de 1980 nas fileiras do Sindsprev/RJ, histórico e legítimo representante da categoria.

Não é a primeira tentativa de enfraquecer e dividir a base da saúde pública, fragilizando nossa capacidade de reação. O Sintsaúde, criado a partir de um sindicato municipal da Baixada Fluminense, também por dissidentes do Sindsprev/RJ, pasmem, MATA-MOSQUITOS CUJOS EMPREGOS FORAM RECUPERADOS GRAÇAS À AÇÃO POLÍTICA E JURÍDICA DO SINDSPREV/RJ, vem tentando, no campo jurídico, ganhar burocraticamente a representação da categoria.

Ambas as situações têm elementos em comum: dirigentes e militantes cujos egos e visões aparelhistas da entidade sindical, em favor de seus partidos políticos, os impedem de conviver com o processo democrático, com as diferenças de entendimento e com a construção coletiva e dialética.

 São os senhores da verdade que necessitam de um “aparato” para chamar de seu, esquecendo-se de que a ação coletiva deve ser conjugada na primeira pessoa do plural, ou seja, o nosso sindicato, o nosso aparato, com todos os erros e acertos que possam decorrer desse processo. 

A história de lutas inscrita na trajetória do Sindsprev/RJ se aproxima de 40 anos, tendo se iniciado pela organização dos trabalhadores ainda dentro do regime militar, passando por todos os processos de luta para a abertura e construção democrática do Brasil. Todos os êxitos e fracassos desta caminhada foram pavimentados pela salutar disputa ideológica entre as diversas correntes de pensamento do movimento sindical e popular, que em alguns momentos até passam dos limites, mas que aqui têm e sempre tiveram por princípio manter a unidade de classe e de luta.

Enquanto vivemos um momento político de ataques incessantes aos direitos da classe trabalhadora, ainda existem “iluminados” que, por se julgarem acima dos demais semelhantes, promovem ações divisionistas voltadas aos próprios umbigos.

Precisamos refletir e abrir mão de vaidades, convivendo com as diferenças, sem abandonar a unidade de ação e de luta dos trabalhadores. Centrais unificadas, partidos dialogando e bases fortalecidas são a única resposta capaz de transformar a realidade.

 O momento não favorece as disputas dentro da classe e muito menos a visões corporativistas. Quem aposta na divisão aposta pensando em si e em seus projetos pessoais e políticos, colocando-os acima dos interesses do coletivo.

Os trabalhadores da seguridade social estão vivenciando um desmonte absurdo e programado da saúde pública e da Previdência Social, que destruirá as carreiras e desqualificará os profissionais, sucateando cada vez mais os serviços prestados à população e abrindo a porteira para a terceirização desenfreada e a privatização.

Não podemos nem temos a menor possibilidade de nos isolarmos das lutas gerais. Os servidores públicos precisam estar unificados em defesa dos serviços públicos, dialogando e se somando aos trabalhadores da iniciativa privada, em defesa da classe, dos direitos, da qualidade de vida e de uma sociedade melhor, desde já.

O Sindsprev/RJ é o espaço legítimo para que façamos tal construção, através do constante debate, da participação nos fóruns, das disputas democráticas para superar as diferenças e construir sensos comuns. Enfim, do fortalecimento da entidade, nossa ferramenta de luta, onde deverão conviver todos os matizes de pensamento.

Conclamamos a categoria a participar e a renovar a entidade, construindo-a a partir de seus princípios e se opondo legitimamente às diferenças. Mas dentro do NOSSO ESPAÇO, e não em espaços fictícios construídos por visões egoístas.

Vivemos um tempo em que a unidade nos garantirá a sobrevivência.
A coletividade passará!!!

Os egocêntricos e oportunistas não passarão!!!
 

 

 

 






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