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Geral  

Para debatedores, intervenção na segurança não resolverá problema da violência no Estado

11/04/2018

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

“Somos contra a intervenção militar na segurança do Rio porque, na prática, não vai mudar nada, uma vez que o crime continua comandando o Estado e não há ações estruturais que apresentem perspectivas aos trabalhadores e à juventude. Basta lembrar que toda a cúpula do TCE foi presa, que Cabral e Picciani foram denunciados e que há uma promiscuidade entre os poderes. Quem ganha com o tráfico de drogas? Com certeza não é a população pobre”, afirmou o vereador niteroiense Paulo Eduardo Gomes (PSOL),  durante debate sobre a Intervenção Militar, realizado dia 6 de abril, no auditório do Sindsprev/RJ.

Dirigente do Sindsprev/RJ, o servidor Sebastião José de Souza (Tão) também criticou a intervenção. “Essa intervenção é uma cortina de fumaça para esconder os interesses políticos do governo Temer. Quem morre nessas ocasiões é sempre a população negra e pobre das favelas. Os cerca de R$ 1 bilhão que vão gastar nessa intervenção poderiam ser investidos em outras áreas. Do jeito que vai, outras Marielles morrerão”, disse, em referência ao assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL).

Jornalista da Assibge, Henrique Acker criticou a política de segurança. “Após a fase das UPPs, vivemos a restauração das políticas de confronto. A intervenção militar na segurança não tem plano ou projeto, nem explicações a dar. Também não vai fazer limpeza nas políticas e o comando das forças armadas sabe disso. Agora, temos um problema maior, que é o crescimento da atuação das milícias, que já dominam 65% das áreas conflagradas”, disse.

O debate foi promovido pelas secretarias de Organização e de Formação do Sindsprev/RJ. A mediação esteve a cargo da servidores Ivone Suppo, da direção do sindicato.


 






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