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Geral  

Plenária da Fenasps aprova mobilizações unificadas contra o corte de direitos

21/05/2018


Plenária da Fenasps aprova plano de lutas em defesa do serviço público e contra o corte de direitos

Foto: Fenasps

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Reunida no último domingo (20/5), em Brasília, a Plenária Nacional da Fenasps aprovou indicativos para reorganizar as lutas dos servidores da seguridade e do seguro social contra a perda de direitos e as políticas de desmonte praticadas pelo governo Temer no serviço público. Um dos principais indicativos é o de realizar atividades conjuntas com outras categorias do funcionalismo, em Brasília e nos demais estados, no dia 7 de junho. Da plenária participaram delegados de todo o país, incluindo representantes da base do Sindsprev/RJ.

Outros indicativos aprovados foram: orientar os trabalhadores a fortalecerem a luta em defesa dos serviços públicos das carreiras do seguro, seguridade social e Anvisa; buscar a realização de audiências públicas nas assembleias legislativas estaduais e câmaras municipais para debater o desmonte do serviço público e os ataques ao seguro, à seguridade social e à Anvisa; publicação de manifesto contra a ingerência política e as indicações de apadrinhados políticos para ocupar cargos no serviço público, reforçado por abaixo-assinados, elaborados pelos sindicatos da base da Fenasps, que serão entregues ao Ministério do Desenvolvimento Social, à Casa Civil, ao Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU) e parlamentares. 
 
Pelo fim da ingerência política no INSS

Após a plenária nacional, a diretoria colegiada da Fenasps elaborou manifesto em defesa dos servidores do INSS. O documento critica o crescente sucateamento do Instituto, agravado pela ausência de concursos, ameaça de terceirização e por ataques aos direitos de servidores e de milhões de segurados da autarquia. Outro ponto de crítica é a constante ingerência política sobre o INSS, utilizado pelo governo como ‘moeda de troca’ no loteamento de cargos públicos, em prejuízo da previdência social.






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