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Geral  

Após mortes na Maré, ato dirá que ‘vidas nas favelas importam’

28/06/2018

Da Redação do Sindsprev-RJ

Por Hélcio Duarte Filho


Convocado por entidades dos movimentos sociais, das favelas e periferias e sindicatos, entre outras organizações civis, o ato "Vidas nas favelas importam" é motivado pelas recentes operações da Polícia Militar e do Exército no Complexo da Maré - que levaram à morte de pelo menos sete pessoas. A concentração para a atividade começa às 16 horas desta quinta-feira (28), na Cinelândia, no Centro do Rio.


A mobilização contesta a intervenção das forças militares no Estado do Rio de Janeiro e articula a reação de setores que historicamente são vítimas da violência do Estado, em todas as suas vertentes, nos bairros populares e comunidades. "As favelas e periferias brasileiras sempre sofreram com a violência do Estado em suas várias formas: no sucateamento dos serviços públicos (saúde, saneamento, educação), além do transporte caro e de péssima qualidade, que dificulta o acesso e a produção de cultura e lazer. O Estado só se faz presente na forma de repressão, através do aparato policial nos nossos territórios", diz trecho de texto que explica as razões para o protesto.


A convocação faz críticas ainda à política de segurança no estado e no país. "Em fevereiro deste ano, Michel Temer, um dos chefes da maior facção criminosa do Brasil (PMDB), decretou uma intervenção federal militar no Rio de Janeiro e, apesar de vermos carros do exército em alguns lugares privilegiados da cidade, sabemos onde esta intervenção mostra sua face mais cruel: nas favelas. Na mira dos fuzis o povo negro das favelas e periferias não está seguro, tem suas vidas criminalizadas e colocadas em risco onde quer que esteja, até na escola", afirma o texto, que questiona os reais motivos dessa intervenção:


"A licença para matar concedida pelo Estado através da 'guerra às drogas' nos condena à morte cotidianamente, mas uma pergunta se faz necessária: por que o governo federal precisa intervir em nossos territórios se não fabricamos armas nem drogas? Será que a guerra é às drogas mesmo?", indaga.






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