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Geral  

"Fora Crivella", gritam manifestantes na sessão analisa pedido de impeachment

12/07/2018

Foto enviada por um manifestante mostra o lado da galeria contrário ao prefeito - arquivo pessoal

 

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

As galerias da Câmara de Vereadores estão tomadas por manifestantes contra e a favor de Marcelo Crivella, na tarde desta quinta-feira (12), quando acontece a sessão que analisa o pedido de impeachment do prefeito do Rio.


No Plenário, os vereadores se revezam também em discursos pró e contra o prefeito da cidade, flagrado em uma reunião fechada com pastores, em espaço público da Prefeitura, indicando uma assessora para encaminhar pedidos de cirurgia e outros serviços. No áudio, divulgado pela TV Globo, Crivella diz o seguinte: "Nós temos que aproveitar que Deus nos deu a oportunidade de estar na Prefeitura para esses processos andarem. Temos que dar um fim nisso”. De acordo com  a gravação, para resolver qualquer dificuldade com cirurgias de catarata e varize bastaria os pastores  ligarem para “a Márcia”, enquanto problemas com IPTU seriam resolvidos com o “doutor Milton”. “Tem pastores que estão com problemas de IPTU. Igreja não pode pagar IPTU, nem em caso de salão alugado. Mas se você não falar com o doutor Milton, esse processo pode demorar e demorar", disse o prefeito, que não refutou a autenticidade do áudio, embora tenha afirmado que a Globo deturpou a informação do que aconteceu.


"Fora Crivella", gritam em coro os manifestantes contrários ao prefeito, que exibem cartazes como "O Estado é laico" e o "O Rio é de todos". Há bate boca entre defensores de cada lado. O barulho é grande. Ao que parece, a maioria dos que apoiam Crivella são fiéis da Igreja Universal, mas não é possível assegurar em que proporção. Quando a vereadora Tânia falou em defesa do prefeito, manifestantes contrários a Crivella viraram de costas na galeria.


O embate se repete do lado de fora, nas escadarias e na calçada em frente à entrada da Câmara. Favoráveis ao prefeito chegaram a gritar que "Crivella é deus na Prefeitura". O recesso da Câmara foi suspenso após o pedido de impeachment ter sido protocolado por 17 vereadores. O que os parlamentares estão decidindo é se será aberto ou não processo de investigação para possível afastamento do prefeito. A base aliada do prefeirto atua para que não haja quórum para a votação, que ainda não havia comeado às 16h40min da tarde desta quinta-feira (12).






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