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Geral  

Niterói: ato dia 10/8 no CPN vai protestar contra sucateamento da rede

27/07/2018

Da Redação do Sindsprev/RJ

No próximo dia 10 de agosto, a partir das 9h, em frente ao Hospital Carlos Tortelly (antigo CPN), servidores públicos da saúde municipal de Niterói protestam contra o sucateamento da rede. A manifestação será parte dos atos previstos para o ‘Dia do Basta’, convocado pelas centrais sindicais. A data vai marcar o protesto dos trabalhadores brasileiros contra a retirada de direitos, o desemprego e as privatizações. No Rio de Janeiro, o ato unificado será a partir das 17h, na Praça XV.

Falta de insumos básicos, falta de pessoal, sucateamento. Esta é a triste realidade da rede de saúde pública em Niterói, onde a administração do prefeito Rodrigo Neves (PV) — já no segundo mandato — aprofundou o caos que já vinha da gestão Jorge Roberto Silveira. No CPN, maior unidade de referência do município, o elevador de carga está quebrado e o colonoscópio em uso é um aparelho já ultrapassado. Também faltam roupas de cama para os pacientes e os serviços de limpeza (terceirizados) são deficientes. Para todo o CPN só há dois aparelhos de eletrocardiograma e, entre os servidores do Hospital, mais da metade é precarizada, sem vínculo empregatício e recebendo por meio de RPAs (Recibos de Pagamentos a Autônomos).

”Antes achávamos que o prefeito Rodrigo Neves faria os investimentos necessários em saúde, mas isto não aconteceu e agora, com a maior pressão sobre a rede pública de saúde, em decorrência do desemprego, os problemas se agravam ainda mais. Não adianta nada criar protocolo de entrada no CPN e em outras unidades, se não há condições de atendimento”, protestou Sebastião José de Souza (o Tão), diretor do Sindsprev/RJ.

Sucateamento também atinge outras unidades

Drama semelhante ao do CPN também vivem os hospitais Orêncio de Freitas, Getulinho e Mário Monteiro. No Orêncio, além do sucateamento, também falta pessoal, o que restringe a capacidade de atendimento. No Getulinho, administrado por uma ‘organização social’, até hoje não retornaram as cirurgias pediátricas.

O sucateamento da rede é agravado pela falta de uma política de atendimento de especialidades nas unidades básicas de saúde, provocando grandes demoras nas consultas médicas.
“Ninguém agüenta mais tanta confusão, tantos absurdos e tanta incompetência na rede. Por isso vamos novamente ocupar as ruas no próximo dia 10 de agosto, junto com outras categorias de trabalhadores. Contamos com a presença de todos no CPN”, concluiu Tão.






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